Anos de Os Deuses Mortos

VIII Oito Anos de Os Deuses Mortos

sábado, 25 de setembro de 2010

Koga Mini-contos: Outras possibilidades


As ruas de Tóquio tremem quando uma estranha criatura com 30 metros destrói um prédio. Aki, Rika e Hitomi observavam a destruição, cada uma dentro de seu robô gigante...
- Não são robôs, mas entidades biossintéticas, porém dar mais detalhes seria entregar parte da trama - Aki gritava de maneira descontrolada para o narrador ignorante.
Hitomi interrompe:
- Eu sou um híbrido metade alienígena, metade frutos do mar, metade tia avó da Aki.
- Podem existir três metades?
Não deu tempo de Rika ficar confusa, a criatura ataca as três entidades biossintéticas, presas por um cabo de força atacam a criatura iniciando um combate.
- Pode parar!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
Aki interrompe a narrativa, as três amigas estavam de volta ao quarto da protagonista. Rika não se conforma com a gritaria:
- O que você está fazendo?
- Eu desisti de ter minha vida controlada pelo autor...
- Ainda com este delírio de ser personagem fictícia.
- Como estava falando antes de ser rudemente interrompida, eu vou tomar as rédeas da minha vida, em princípio vou mudar o tema desta série.
- Mudando o gênero? - Hitomi comia um pacote de salgadinhos.
- Estava pensando em um gênero mecha, mas seria muito complicado.
- preguiçosa.
Cala a boca peituda.
- Invejosa.
Aki limpa a garganta pronta para retomar sua narrativa:
"Sempre que as forças do mau tentam dominar a Terra, elas surgem para nos defender. Capaz de rachar o chão com um soco e varar o céu com um chute. São as 'Amazonas do Zodíaco'".
Aki, amazona de pégasus, Rika, amazona de andrômeda e Hitomi amazona de cisne subiam as escadarias do santuário, sabendo que o próximo adversário seria o mestre do santuário.
- Por que eu sou o Andrômeda? O andrômeda era viado
- Por que eu quero, agora cala a boca e corre.
As Amazonas invadem a sala do mestre deparando-se com Diego vestido como mestre do santuário.
- Vai lá Rika, acaba com ele.
Rika cai de joelhos começando a chorar:
- Ikki socorro.
Hitomi abraça sua amiga - "eu protejo você".
Aki encara Diego sabendo que esta seria a luta decisiva, Aki prepara-se para atacar quando Diego faz sinal para que ela espere.
- Você se rende?
- Na verdade, eu tenho uma arma secreta, pode entrar lobo.
Voltamos ao quarto de Aki, esta, descabelada e de olhos arregaladas, recuperava-se do susto.
- Acho que este tipo de história não combina com garotas.
Rika e Hitomi concordam incrédulas.
A lua brilhava no céu, um garoto era ameaçado por um monstro gato de echarpe lilás, o animal queria roubar a alma do amor do garoto (?) quando uma tiara voadora atinge o monstro chamando a atenção para Aki, Rika e Hitomi as três aparecem em silhuetas sob a luz da lua, Aki estava provida de suas "xuxas":
- Como você ousa atacar um garoto inocente que diverte-se tarde da noite? Não posso perdoa-lo. Irei puni-lo em nome da lua.
O monstro quase dorme durante a introdução, mas levanta-se para lutar. As três garotas estavam quase sendo derrotadas quando são salvas por uma rosa vermelha, que rasga o céu, fincando no chão entre elas e o monstro, Aki aproveita a pausa para derrotar o monstro, seu salvador era Takami vestido com esmoque preto e máscara.
Aki meiga:
- Obrigada por me salvar.
- Não poderia suportar viver em um mundo onde você não exista.
- Pare, você já me conquistou com o "não poderia".
Seus lábios aproximam-se...
- Pare!!!
Voltamos para o quarto de Aki que em desespero tentava apagar os rastros de sua imaginação.
- Eu sabia - Hitomi percebe que seu salgadinho terminara, então abre um pacote de biscoito.
- Você fica quieta - os olhos de Aki pegavam fogo e sua língua transforma-se em uma língua bifurcada de cobra.
Aki era uma garota como todas as outras, estudiosa, gentil e desportista até o dia que soube de sua terrível doença - frieira no cerebelo. Agora Aki está sozinha em seu quarto escrevendo um diário onde anotara o progresso de sua doença:
"Eu dependo da ajuda das pessoas, sou um incomodo. Hum... acho que consigo vender esta história para algum produtor merda! Eu escrevi isto, por favor lembrem-se eu sou uma menina meiga e boazinha".
Aki passa seus dias fazendo fisioterapia, internada no hospital, tomando remédios, passando mal por causa dos remédios até um dia, em sua escola, Takami aproxima-se de Aki.
- Não adianta, eu tenho uma doença incurável, por isto não posso me envolver com ninguém.
- É que...
- Por favor não insista, se nos casarmos e tivermos quatro filhos eu serei um estorvo para você.
- Na verdade eu...
- Não, eu não posso criar vínculos com as pessoas.
Aki sai correndo e chorando enquanto Takami fica sem entender nada:
- Eu ia perguntar as horas.
Voltamos ao quarto de Aki, esta via-se sozinha, encontrando um bilhete de suas amigas "estava muito chato e fui em bora" Rika; "fui comer um x-burguer" (Hitomi). Aki olha para o leitor.
- Eu sei que você continua aqui. O que vocês acham, vou assumir o controle destes mini contos?
No aquário de Oberhausen, Alemanha, o polvo Paul aproxima-se de duas caixas de plástico uma "sim" e outra "não" o molusco escolhe a "não".
FIM
- Não é justo!!!

2 comentários:

  1. Lembrei dos mangas, mas com um diferencial, em alguns momentos confesso que sorri.

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  2. nha q aventuroso isso!!me fez lembrar mangá tbem, acho q foi influencia da imagem (da foto e das imagens verbais q criei aki) ^^'

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