VIII Oito Anos de Os Deuses Mortos

VIII Oito Anos de Os Deuses Mortos

quinta-feira, 29 de dezembro de 2011

Evangelion está de volta as bancas

No começo do ano a JBC já havia lançado as edições 23 e 24 do mangá de Evangelion, no mesmo formato da Conrad, a única diferença estava no logotipo o tornando mais próximo da edição japonesa. Respeitando assim o leitor.

O que parecia bom está ficando ainda melhor, como se não bastasse Evangelion voltar as bancas brasileiras a JBC o está relançando em uma "Edição Especial" ou a série devidamente encadernada. Quando foi lançado pela conrad cava volume era dividido em dois exemplares com 90 a 100 páginas; a JBC está relançando cada edição com média de 200 páginas cada - como faz com todos os seus mangás.

Rigorosamente falando não existem diferenças do que já foi publicado, temos os mesmos extras dos mangás da Conrad com a diferença das edições atuais serem mais bonitas, uniformes e de uma única cor, o relançamento também é bom para quem não conhece Evangelion. O ponto negativo fica pela ausência das páginas coloridas que a JBC lança em preto e branco. Se não fosse por este pequeno/grande detalhe o mangá seria perfeito.
Já falei sobre Evangelion aqui, por isto não vou entrar em detalhes, porém julgo interessante traçar as diferenças básicas entre animação e mangá.
Evangelion surgiu da depressão Hideaki Anno, que precisou escrever o roteiro e dirigir a série para exorcizar alguns fantasmas. A Gainax, empresa detentora da marca, decidiu criar um mangá paralelamente ao anime, este ficou por conta de Yoshiyuki Sadamoto designer da série e amigo de Anno.

Sadamoto cria o mangá em cima do script original da série (escrito por Anno) o que muda é o ponto de vista, o mangá é um pouco mais direto do que o anime, Sadamoto tentou simplificar o tema ao mesmo tempo em que enfatiza os sentimentos das personagens. Até mesmo pela diferença de mídias o mangá possui narrativa mais lenta e podemos conhecer um pouco mais as personagens e seus mundos particulares.


Enxergar ecos do mangá nos novos filmes de Evangelion que exploram um pouco mais esta relação. Por exemplo no anime a relação entre Shinji e Rei não se aprofunda após ela sorrir para Shinji, quando Rei se apaixona Shinji só percebe tarde demais. Já no mangá esta relação é explícita com os dois saindo juntos em um encontro romântico pela NERV.
A Edição Especial de Evangelion já está no seu terceiro volume, ainda dá tempo de correr e comprar o primeiro em lojas especializadas ou encomendando com algum jornaleiro. Cada edição custa R$ 10.90 e vale cada centavo.

segunda-feira, 26 de dezembro de 2011

Calendário 2012

Segue um calendário exclusivo com a grife "os deuses mortos" com a linda japonesinha Rio Hamasaki - basta salvar cada mês em seu computador e usa-lo como papel de parede ou link na área de trabalho.






















quinta-feira, 22 de dezembro de 2011

Fernando Henrique - O Homem do Ano

São poucas as pessoas que conseguem se reinventar. Meditar sobre a vida, refletir suas ideias e em como elas seriam aceitas para enfim colocar em prática uma nova/velha conduta. Fernando Henrique já o fez por duas vezes no passado e o faz pela terceira. Sociólogo e estudioso do pensamento político FHC aceitou o desafio dos críticos, os quais afirmavam que suas ideias eram fáceis de serem aplicadas enquanto teoria. Corajoso FHC trocou uma cadeira na universidade pela política; após a era Collor Fernando Henrique se transforma de mais um político em pai do Plano Real mostrando toda sua competência. Agora FHC se transforma uma terceira vez, trazendo a maconha em pauta.

Nada como a experiência para mudar pontos de vista, claro a experiência de nada vale se não for pensada. FHC afirma "durante todo meu governo, a visão que se tinha no mundo era de que seria possível erradica-las (drogas). E foi ficando claro para mim que era um objetivo inalcançável". Conta em entrevista dana na Revista TRIP. O que para muitos seria uma frustração o ex-presidente transformou em missão, ele despertou o sociólogo e rodou o mundo dando conferências e entrevistas sobre o tema: Descriminalização.

O ponto de partida de Fernando Henrique (e do documentário "Quebrando o Tabu") é simples a guerra contra as drogas fracassou, a repressão somente fortalece o tráfico e aumenta o número de dependentes. Tais ideias assombram os reacionários de plantão. A prova deste fracasso é a entrada de narcotraficantes colombianos na política (e no congresso colombiano) - para FHC um dos principais responsáveis por este quadro são os americanos. Hoje o governo americano, pela voz de Hillary Clinton, afirma que os EUA tem a mesma responsabilidade que os colombianos.

Para FHC as drogas estão intimamente ligadas a visão política e ao preconceito contra classes sociais "A questão das drogas é muito mais vista como uma questão dos pobres. É a favela, a cracolâncdia, a violência. E quase todo mundo fecha os olhos para o consumo da classe média que é o verdadeiro mercado". Enquanto não houver esta quebra no preconceito não se pode solucionar o real problema das drogas, ao contrário a repressão contra apenas um lado aumenta a violência e evidencia o fracasso do combate as drogas.

Mas o que fazer diante da situação? "Em primeiro lugar não se pode tratar o usuário de drogas como criminoso" e o tratamento em si é demorado, complicado e nem sempre eficaz porém melhor do que a marginalização. Aliás o simples fato de olhar um dependente como criminoso dificulta sua recuperação. Ainda neste tema Fernando Henrique traça um paralelo entre a guerra contra as drogas e a lei seca na década de 30 que apenas aumentou o mercado ilegal. "Não adianta ter uma posição radical que não funciona" ele também questiona a eficácia dos "cofee Shops" no brasil, alegando a diferença de realidades entre a Holanda e nosso país. Mesmo na Holanda a maconha entra de forma ilegal, no brasil esta ilegalidade está diretamente relacionada ao tráfico e a violência. o "cofee shop" simplesmente maquiaria a situação.
A única saída vislumbrada por FHC seria a descriminalização, assim pequenas cooperativas teriam o direito legal de plantar a maconha "cooperativas, autorizações para produção em pequena escala, jardins particulares para uso pessoal. Alguma coisa assim deveria ser experimentada para ver se a coisa anda". Reparem FHC fala sobre experimentar e não aprovar de imediato; seu outro argumento também é válido: "ela (maconha) é a menos daninha, menos que o cigarro, é razoável que a gente separe das demais, para tirar essa receita do tráfico e concentrar o combate nas outras drogas que são perigosas".

Politicamente falando FHC defende uma união partidária sobre o assunto afirmando que tal postura seria muito difícil de ser assumida por um presidente por ser facilmente usada contra ele devido a posturas conservadores dos políticos e de uma parcela da população. Ele afirma que não foi criticado dentro do PSDB apenas por ser quem ele é "é preciso que algumas pessoas tenham coragem de enfrentar". e conclui "eu não sou usuário, nunca fui, não estou pregando o uso. Mas estou dizendo: tem gente que usa e o uso é diferenciado. O efeito também. E não adiante reagir sempre igual. Eu sei que vão interpretar errado, tirar do contexto. Mas nessa altura da vida também não me preocupa". Este é o novo Fernando Henrique Cardoso.

Compre pela livraria da folha as duas faces de FHC o livro "A Soma e o Resto" sobre sua vida e sua carreira com o DVD "Quebrando o Tabu" em um pac com super desconto clicando aqui.


segunda-feira, 19 de dezembro de 2011

Filmes para assistir no natal

Estamos em Dezembro, alguns adoram outros detestam. Eu acho que é um mês diferente, quase mágico. Tem algo no ar. Pode parecer piegas mas eu adoro o natal e adoro o mês de dezembro, adoro esta espectativa pelo dia 24 onde começa a festa para o dia 25.

Algumas das minhas melhores memórias estão relacionadas ao natal. Festas de família, a ansiedade para abrir os presentes. Meus pais são sádicos, eles me faziam esperar até meia-noite para abrir meus.

Neste espírito de alegria e saudosismo deixo aqui dicas de filmes para este mês, todos com temática natalina, todos são de alguma forma clássicos e tiveram sua importância para o cinema.


Gremilins
"Eu tenho uma história para contar" é assim que Rand Peltzer, personagem interpretada por Hoyt Axton inicia esta pequena obra oitentista dirigida por Joe Dante e produzida por Steven Spielberg.

Tudo começa quando um inventor compra uma estranha criatura chamada Mogwai e a leva para seu filho. Existem três regras que nunca devem ser rompidas:

1) O Mogwai não pode se molhar

2) Deve ser protegido da luz forte, a luz do sol pode mata-lo

3) Nunca, em hipótese alguma deve dar de comer para o Mogwai depois da meia-noite.

Para nossa alegria as regras são rompidas. Criado para ser uma comédia de humor negro com diversão fácil Gremilins tornou-se um clássico, este é um dos meus filmes favoritos de natal, trazendo várias marcas de seu produtor (como a união familiar e a proteção aos mais fracos); momentos de suspense com o dedo de Dante (Piranhas e Grito de Horror) tendo como base uma lenda americana. Os tais gremilins.

Gremilins é um filme ingênuo com pessoas más associadas ao dinheiro e boas a caridade. Nada melhor para o natal, não acham? Ideal para uma diversão simples e saudosista.

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Duro de matar
Se um filme de ação pode ser chamado de clássico este é "Duro de matar". Depois dele nada mais foi o mesmo em se tratando de tiros e explosões. Antes do policial McClane (Bruce Willis) enfrentar terroristas na véspera de natal. Até então os heróis de ação eram intocáveis, não importava o que acontecia eles terminavam o filme sem levar um único soco, Willis nos trouxe o herói humano, nada mais humano que o natal.

O filme já começa com McClane assustado dentro de um avião, ele está divorciado, sua mulher o trocou pelo trabalho e ele é muito cabeça dura para pedir desculpas. Vocês conseguem imaginar Schwarzenegger ou Stalonne em uma trama destas? Sim a princípio a personagem de Willis não tem nada de heroico, ele é o homem comum.

Durante o filme McClane perde os sapatos, se esgueira por poços de elevador, sangra e ainda explode um andar inteiro para provar aos policiais e terroristas que falava sério. Sim ele é um homem comum no lugar errado e na hora errada. A única forma de McClane sair vivo é com um milagre e nada melhor do que o natal para milagres.

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Batman o Retorno
Decididamente Tim Burton adora o natal, ele já filmou "Eduard mãos de tesoura" e "O estranho mundo de Jack" o diretor aceitou filmar o primeiro Batman com a promessa de dirigir o segundo com total liberdade. Burton aproveitou toda a melancolia do natal para explorar a psique atormentada de Bruce Wayne.

Solitário Bruce Wayne (Micheal Keaton) protege a cidade impotente perante a ascensão do Pinguim (Danny de Vito), uma aberração vinda dos esgotos e patrocinado por Max Schreck (Christopher Walken) um mega empresário, o qual Batman sabe ser um assassino mas não pode provar. A situação piora quando a população passa a adorar a tal criatura.

O sentimento de abandono e ingratidão se soma ao surgimento da Mulher Gato, selina Kyle (Michelle Pfeiffer) uma secretária reprimida e infantiloide que após ser assassinada por Max retorna a vida através dos gatos e enlouquece gradativamente. O encontro dos dois com e sem máscara é repleto de tensão sexual. Apaixonados eles ficam entre seu desejo e sua missão - a vigilância (Batman) e vingança (Mulher Gato) Wayne mergulha na solidão em um filme que não deixa espaço para finais felizes.

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Os fantasmas contra-atacam
Não seria justo dizer que esta comédia é mais um filme baseado em "Um Conto de Natal" de Charles Dickens, porém é exatamente isto que "Os fantasmas..." é Frank Cross (Bill Murray) é um ambicioso diretor de televisão que enxerga no natal uma forma de capitalizar O sujeito passa por cima dos outros, não tem amigos, trocou sua namorada pela carreira e humilha seus empregados. Igual ao personagem Scrood de Dickens.

Simultaneamente a emissora de Cross está fazendo um especial de natal, qual o tema? "Um Conto de Natal" de Charles Dickens. Na ante véspera de natal a personagem de Murray recebe a visita de um amigo morto o avisando da visita de três fantasmas, ele deve ouvi-los para ter uma segunda chance.

Qual a diferença entre este filme e os demais? Bill Murray o homem é um gênio do humor, naturalmente sarcástico, apenas sua presença garante as risadas, que no original se chama "Scroodged" transformando o nome da fábula natalina em verbo. Algo como ser sovina, egoísta e manipulador. O filme é diversão certa, ideal para ser visto dia 24 de Dezembro.

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Natal Sangrento O que deveria ser mais um filme da safra slasher oitentista vindo no embalo de "Sexta-Feira 13" tornou-se um dos mais polêmicos da história. O motivo? O assassino veste-se de Papai Noel.

O filme conta a história de um menino que após testemunhar o assassinato de seus pais por um homem vestido de Papai Noel cresce num orfanato e se torna um psicopata que vai trabalhar em uma loja, onde o gerente o obriga a se vestir como o bom velhinho e seguem-se mortes e nudez gratuita

O filme é simples, sem maiores novidades, seu diferencial (o natal) foi o pivô de confusões culminando no final da carreira do diretor Charles E. Sellier Jr. e no final da onda de assassinos mascarados. É desta época Sexta-feira 13 part 4 onde Jason é morto, a partir dai apenas séries consagradas e produções baratas sobreviveram. Quando a poeira baixou a serie teve sequencia e gerou mais quatro filmes.

vale como diversão descomprometida e lembrança do exagero de grupos conservadores. A película ser conhecida, principalmente se você é fã de terror.

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quinta-feira, 8 de dezembro de 2011

A Globo apoiou o Collor e a Record apoiou o Lulla

Neste mês o ex-homem forte da Rede Globo, José Bonifácio de Oliveira o Boni, publicou seu livro de memórias intitulado "O Livro do Boni" (um nome que achei ótimo) adianto que não li o livro porém uma polêmica atraiu a atenção nacional (em proporções menores do que deveria) a Rede Globo atuou de maneira decisiva na eleição do ex-presidente Fernando Collor de Melo.

Boni conta que retirou a gravata do Collor, simulou suor em seu colarinho, para aproxima-lo do povo, com o qual Lula se identifica. Indo além a emissora carioca simulou um dossiê sobre Lula. As pastas estavam vazias, porém Collor deu a entender que havia informações sobre Lula.

Aproveitando-se da informação a Rede Record montou uma reportagem apurando as declarações de Boni, incluindo uma edição do Jornal Nacional (JN) exibindo os melhores momentos de Collor e os piores de Lula influenciando assim de forma direta na eleição do alagoano.

A Record estaria absolutamente certa em sua reportagem se não fosse um "se não" a própria Record manipulou informações durante o governo Lula, em favor do petista, influenciando de maneira decisiva em sua reeleição.

Desde que o PRB - partido do bispo Marcelo Crivella engrossou a base aliada do governo petista, em pleno mensalão, a Rede Record passou à apoiar Lula durante o mensalão a emissora/igreja universal criticaram os veículos que faziam as denúncias contra os governantes.

As expressões faciais do âncoras do Jornal da Record (JR = JN) mudavam para sorrisos ao falar de Lula, diante outro escândalo de corrupção Lula solta um palavrão, desviando a atenção do público. A Record afirma que Lula xinga por que é do povo. Ao negociar com o Irã a emissora do bispo diz que Lula peitou as nações poderosas. Em troca Lula defendeu a Igreja Universal afirmando que a mesma também é alvo de preconceito.

O que se pode tirar disto tudo? Em primeiro lugar que a Globo é manipuladora e não se incomoda em fazer alianças para alcançar o poder. Em segundo lugar que a Rede Record também é manipuladora e não se incomoda em fazer alianças para alcançar o poder.

Record e Globo vivem em guerra por que são iguais, a emissora do bispo morre de inveja da platinada e tem a Globo como seu ideal de ser. Já a emissora carioca vê incomodada o crescimento da concorrência. E assim caminha a humanidade.

segunda-feira, 5 de dezembro de 2011

Faith de Buffy a Caça Vampiros


Rebelde, bad gril, má ou "maldita vaca assassina" estas são algumas definições de Faith, personagem de Eliza Dushku, da série "Buffy - A caça Vampiros" antagonista da caçadora que gradativamente torna-se vilã.

Tudo começa em 1998, o seriado da caçadora de vampiros é um sucesso e Sarah Michelle Gellear é musa adolescente, sonho de consumo de homens de todas as idades. Isto é até a terceira temporada, onde Buffy retorna a sua cidade natal, tentando recomeçar sua vida após a morte de seu namorado vampiro (e tem quem ache "Crepúsculo" original, ou bom) quando ela encontra com Faith. Outra caça vampiros.

Buffy é certinha, ética, preocupada com suas ações, presa em um dilema "ser normal ou aceitar seu destino" - a típica heroína clássica. Faith quer se divertir, ela gosta de caçar vampiros "Matar deixa a gente com fome e com tesão". Nada mais, para ela não existe o amanhã. Ela começa a série como bad gril. Logo Eliza assume o posto de mulher desejada que era de Sarah.

Faith com Xander
Um momento da série que melhor representa sua personalidade é quando Faith vai para cama com Xander. O mesmo sempre fora apaixonado por Buffy, um amor platônico, impossível de ser realizado. Faith transa com ele na primeira oportunidade, por que queria se divertir. As duas são muito diferentes uma da outra.

Faith representa o ideal nietzschiano de moralidade ridicularizando nossa moral, ela é mais forte, é "a escolhida" e faz uso do mesmo, a caçadora encarna o desejo sexual, sua luxúria não vê barreiras. Sua aparição se dá com críticas das mulheres da série, incomodadas pela dança sexual de Faith. Após matar um vampiro ela conta algumas histórias de caçadora, como quando lutou nua em público.

O antagonismo das duas é claro: Buffy é loira, Faith morena; a primeira de beleza angelical Faith é carnal; Buffy é a moça de família Faith a ninfeta; Buffy é a garota que apresentamos para nossos pais, Faith não nos deixa sair da cama. Buffy é amor, Faith é sexo.
A pergunta que sempre faço quando escrevo estes posts: Faith é uma vilã? Se formos rigorosos e usarmos nossa "moral de escravos" a resposta é sim. Faith é fria e cruel, ela gosta de matar, não vê limites para seu poder e quando mata um homem por acidente ela é categórica "eu não me importo". O julgamento que Buffy e seus amigos fazem do ato leva Faith a aliar-se com o inimigo e ser uma das principais vilãs de todo o seriado.

Faith é fascinante: ela alia o asco que teríamos de um assassino frio e sem valor com o ridículo de uma garota excitada fazendo o que lhe vier na cabeça, fica a sensação de que o seriado poderia mudar de nome para "Faith - A Caça vampiros" a qualquer momento graças ao poder da personagem e a interpretação poderosa de Eliza Dushku.


quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

Os Canalhas da ESPN

Canalha! É assim que João Carlos Albuquerque salda os espectadores que enviam seus comentários para o programa Bate Bola primeira edição, longe de ser ofensivo o "Canalha", apelido que acabou ganhando tornou-se um dos melhores apresentadores esportivos do brasil.

A ESPN brasil foi fundada em 1995 tornando-se a primeira emissora da franquia fora dos EUA - com programação própria e diferente de sua sucursal, nossa ESPN cobre os principais campeonatos de futebol do mundo como La Liga (espanhol), Calcio (italiano) Barkleys Ligue (inglês), UEFA Chanpions Leagle dentre outros. Aliados com eventos esportivos de outras modalidades.

Em 2011 o canal juntou-se em parceria com a Rádio Eldorado e o grupo O Estado de São Paulo fundando a rádio "Estadão ESPN" - trazendo a mesma qualidade da programação televisiva. Recentemente a emissora ganhou dois prêmios "Vladimir Herzog" por matérias de interesse humano. Quando você viu um canal esportivo ganhar um prêmio assim?

Os prêmios foram para melhor reportagem de TV "Guerrilha do Araguaia - partes 1 e 2" do jornalista Marcelo Gomes e Melhor Documentário de TV "Haiti, o país dos Rest Avec" do jornalista Lúcio de Castro.

Os Canalhas - Equipe do Bate Bola

João Carlos Albuquerque Natural de Brotas, interior de São Paulo o canalha mudou-se ainda jovem para Santos, onde adotou o time de Pelé como clube do coração. Aos 16 anos começou a trabalhar na Rádio Universal de Santos.
Em 1978 foi parar na Rádio Capital onde cobre a Copa do Mundo da Argentina. Em 1981; indo para a Rádio Gazeta. Em 1983. Sei início em tevês foi apresentando o Jornal do Esporte na TV Gazeta. Em 86 cobre a Copa do México pela Record e na volta ao jornalismo convencional no Jornal da Record e no São Paulo à Tarde. Em 88 pela TV Manchete, em 90 ele volta a cobrir o futebol desta vez pelo SBT, cobrindo a Copa do Mundo. João teve passagens pela TV Cultura, TV Manchete com Osmar Santos e Débora Menezes.
João Carlos é músico e é inquieto. Passou alguns anos apresentando shows para a Prefeitura de São Paulo, alguns anos morando na Europa, cantando e tocando violão.
Blog do canalha

PVC Paulo Vinícius Coelho é um monstro do conhecimento esportivo, verdadeira enciclopédia ambulante e um louco por futebol. Descrito no site oficial da ESPN como "supercomputador da NASA, que usa poderosos satélites para armazenar dados da história do futebol no Planeta...".
Formado em Jornalismo em 1990, pela Universidade Metodista, em São Bernardo do Campo, começou a trabalhar em pequenos jornais da cidade e depois como repórter do Diário do Grande ABC. Em 1991, foi estagiário da revista Ação, da editora Abril e logo chegou à Placar. Em 1997, passou a escrever no diário Lance!.
Escreveu livros: Jornalismo Esportivo, Os 50 Maiores Jogos das Copas do Mundo e Futebol Passo a Passo: Técnica, Tática e Estratégia.
Blog do PVC

Mauro Cesar Pereira Conhecido carinhosamente como "azedo" Mauro Cesar é quem tece os comentários mais ácidos, interessando-se pela política por trás do futebol. Natural de Niterói Começou no jornalismo na Rádio Tupi (RJ), passou pelo Sistema Globo de Rádio e Rádio Manchete, também no Rio de Janeiro, onde ainda foi repórter do jornal O Globo, editor do Jornal dos Sports, repórter também em O Dia e no Jornal do Brasil.
Já em São Paulo foi editor da Revista Placar entre 1993 e 1994. Posteriormente, tornou-se editor executivo da Revista do Futebol, editor-chefe das revistas Audio Car, Som & Carro, Cidade e Som e Casa, repórter da revista Forbes Brasil e do jornal Valor Econômico, editor-chefe do portal Ajato, editor da TV Terra, portal Terra, além de editor do site do programa Auto Esporte, da Rede Globo.
Lecionou nas faculdades de Jornalismo e Rádio e TV da Universidade de Santo Amaro (Unisa).
Blog do Mauro Cesar

Lucio de Castro Responsável pela sucursal carioca e vencedor do prêmio Vladimir Herzog. Carioca da gema Lucio não revela a idade, já trabalhou no Jornal do brasil (ao lado de seu pai e "professor"), na Globo, Tv Globo e Sportv.
Ser repórter é a segunda melhor coisa que Lúcio gosta de fazer, a primeira é não fazer nada "Vinícius e Toquinho chegaram bem perto de explicar o que isso representa em Tarde em Itapuã" diz Lúcio.
Blog do Lucio





"Os Deuses Mortos" Oito Anos

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