VIII Oito Anos de Os Deuses Mortos

VIII Oito Anos de Os Deuses Mortos

quarta-feira, 29 de agosto de 2012

Entre o limite do humor e críticas políticas

Uma das máximas do humor é que “nada é sagrado” não existem assuntos tabus, não existem limites. Se você ri de uma piada deve estar disposta a aceitar ser motivo de outra. É neste clima que venho relatar um moralismo disfarçado de crítica política ou quem sabe seu inverso um posicionamento político disfarçado de moralismo. Ambas as interpretações são possíveis.
 
Recentemente Dani Schwery, candidata a vereadora pelo PSDB de São Paulo, foi alvo de críticas após postar uma piada em seu perfil no Facebook. A postagem da candidata era mais ou menos assim:
 
Um prédio de quatro andares pega fogo. No primeiro andar viviam famílias de filhos de presidiários com auxílio do governo, morreram todos; no segundo andar viviam pessoas sustentadas pela bolsa-família, todos morreram queimados; no terceiro andar viviam famílias de ex-guerrilheiros, filiados a um certo ParTido e beneficiados pelo governo. Morreram todos. Porém, no quarto andar, onde viviam engenheiros, advogados e outros trabalhadores ninguém morreu! A presidenta mandou instaurar um inquérito para saber por que só os companheiros morreram. A resposta: Os moradores do quarto andarestavam todos trabalhando na hora do incêndio.
Em primeiro lugar estamos falando de uma piada, já não chega à ridícula perseguição contra Rafinha Bastos e sua piada? Não se pede desculpas por uma piada! Não se justifica uma piada! E acima de tudo o humor é destrutivo, humor é crítico! Não existe humor politicamente correto.
A principal crítica foi feita por Willian Vieira, colunista da Carta Capital. A opinião dele deve ser respeitada como a opinião de qualquer pessoa, porém sua principal crítica (e de seus leitores) foi a de chamar a candidata de conservadora. Justo ele que está sendo politicamente correto, ou seja, careta ao criticar uma piada?
Qual a diferença da piada da candidata e as piadas exibidas no SNL? Quem viu o esquete cômico sobre o Cirilo de Carrossel cantando sobre sua vida, dizendo que tem muitos irmãos, que sobrevive com o bolsa família e que seu pai é muito legal quando não está bêbado. Será que os críticos também vão criticar o programa de humor? Não assistiu veja aqui e tire suas conclusões.
Porque não pedir o banimento de todos os comediantes de Stand Up? O humor de Danilo Gentili é politicamente correto? Alguém pode dizer que eles são comediantes e a Dani é uma política. Quer dizer que apenas os comediantes podem fazer críticas ácidas? Por favor. Quem criticou Dani Schwery por ser reacionária está sendo reacionário, está sendo puritano e moralista.
Em segundo lugar a piada de Dani Schwery faz uma revelação, assim como toda piada. Uma parte da população está cansada de trabalhar, ser maltratado, ser discriminada por ter estudo e não esconder o seu salário, de ser chamada de arrogante e prepotente. Você acredita que candidata exagerou? Que ela não deveria postar esta piada em sua página do Facebook? Podemos discutir o assunto civilizadamente. Porém a opinião de Dani não pode ser descriminada porque ela representa a opinião de uma parcela da sociedade e o eleitorado irá decidir se ela merece ou não o seu voto.
O senso de humor dela causa espanto em um país cada vez mais politicamente correto como o “esquete cômico” onde Dani Schwery exorciza um esquerdista o mandando trabalhar. Você acha que o gosto é antiquado? Que sua postura política pode ser questionada? Esta é uma opinião como qualquer outra, porém as críticas devem ser pertinentes e no caso de Dani muitas das críticas foram exageradas e de cunho político, em meio ao desespero de um ParTido que vê seu candidato estacionado nas pesquisas após Lula ter feito um acordo com Paulo Maluf que tem opiniões semelhantes a de Dani Schwery.
 


sábado, 25 de agosto de 2012

O Tabu do sexo no primeiro encontro: O que elas dizem


Depois do Tabu do sexo anal chegou à vez de avaliar o que elas pensam sobre o sexo no primeiro encontro. "Será que eu devo transar no primeiro encontro?" Esta é a pergunta do site do "Yahoo Respostas"

O Link do Yahoo:



A exemplo do primeiro tópico seguem respostas de anônimas:

 

Laura e. Responde "Eu acho que a mulher se desvaloriza muito".

Já Nina diz "Não vejo problemas".

 Mistério diz "olha, eu acho que você não deve ir, na minha opinião, porque os homens ainda tem um pensamento machista, por mais q tudo esteja moderno, as pessoas ainda são assim, segura um pouco".
Larissa R. "vê como é q vai ser... se ele logo de cara quiser come, se faz de difícil segura um pouco e depois de uns beijos, umas brincadeirinhas, aí sim a diversão (: "

Galactus "Se você sentir vontade, vai lá faz o que tem que fazer. Você não deve nada pra ninguém. Mas se acha que não eh legal ser fácil logo de cara, como você disse, segura esse fogo por mais um tempinho se puder.
Boa sorte".



Renata "Minha amiga transou com o namorado, no primeiro beijo deles e hoje depois de 4 anos eles estão noivos...
Então, tudo é muito relativo".

Léia "aAH , Ae é foda , você se entregar de mão beijada, “facim, Facin”, Não é só assim, agora se você tiver Namorando serio ae já é outros 500. Mas nunca seja FACIL :) , p".

Pâm_flo é curta e grossa: "não faça isso".

Thaís "Você quer perder seu valor? Sinceramente mulher que se entrega fácil não é bem vista".
Asim como na questão do sexo anal, o sexo no primeiro encontro é visto com muito moralismo, a principal preocupação das garotas que responderam é a sua reputação. Vemos claramente que a moral se sobrepõe ao prazer.
A Renata foi coerente ao dizer que tudo é relativo. Verdade, se a mulher tem muito medo de ficar falada por um prazer natural parte deste medo não é culpa dos homens? Se as mulheres transam com homens idiotas é óbvio que elas terão problemas, isto em qualquer tipo de relação.
Lacan já dizia que podemos conhecer uma mulher pelo homem que ela escolhe, é curioso como algumas mulheres que tem medo de ficarem faladas saem com homens que querem usa-las.


quarta-feira, 22 de agosto de 2012

Rogério Ceni: A volta do m1t00


Após uma longa lesão o goleiro artilheiro está de volta, embora seu nome esteja atrelado ao São Paulo FC de maneira tão forte, que o número 01 do tricolor é tido como o protótipo do são paulino Rogério é fundamental para o futebol brasileiro. Dono do recorde de maior número de gols feitos por um goleiro, o primeiro goleiro a marcar 100 gols – entre cobranças de falta, pênaltis e gols de bola rolando Rogério é um exemplo de fidelidade ao clube e de amor a camisa. O tipo de profissional que falta aos outros clubes. Gostem ou não dele Rogério Ceni é figura importantíssima para o futebol brasileiro.

Alguns de seus recordes:

 
Em 27 de julho de 2005 completou 618 jogos pelo São Paulo tornando-se o jogador que mais vezes atuou com a camisa do clube, quebrando o recorde de 617 partidas que pertencia a Valdir Peres
Em 22 de julho de 2007, na vitória do São Paulo sobre o Cruzeiropor 2 a 1 no Mineirão, completou 309 jogos em campeonatos brasileiros atuando pelo mesmo time quebrando o recorde que pertencia a Roberto Dinamite que havia atuado em 308 partidas pelo Vasco da Gama
No dia 19 de agosto de 2009, com um vitória sobre o Fluminense por 1x0, Rogério Ceni tornou-se o jogador que mais partidas jogou da história do Campeonato Brasileiro, superando Zinho, que jogou por Flamengo, Palmeiras e Cruzeiro, que detinha o recorde com 369 partidas. Sendo que Rogério defendeu apenas o São Paulo
No ano de 2006, com o título Brasileiro, Rogério Ceni se tornou o jogador com mais títulos conquistados oficiais com a camisa do São Paulo Futebol Clube. Superando o zagueiro Ronaldão e o atacante Muller com 13 títulos. São 22 títulos ao todo, sendo 16 deles em competições oficiais. Rogério ainda tem três títulos quando atuava nas categorias de base
Em 28 de outubro de 2010, em partida contra o Atlético Paranaense (2 x 1 para o São Paulo) pelo campeonato brasileiro, Rogério chegou a marca de 700 jogos como capitão do São Paulo,  se tornando o jogador com maior número de jogos como capitão no mundo
Rogério é o maior vencedor da Bola de Prata da revista Placar para o melhor jogador de cada posição durante o campeonato brasileiro nos anos: 2000, 2003, 2004, 2006, 2007 e em 2008, onde também ganhou a bola de ouro como melhor jogador.


Entrevista com Rogério Ceni:


centésimo gol
O que te falta na carreira?
Não falta nada até hoje, mas amanhã faltará. A partir de amanhã preciso mostrar que posso ganhar ser campeão, vencer o próximo jogo, o próximo campeonato. Se eu achar que tudo está bom às coisas não progridem mais. Quanto mais você conquistar, melhor. Não estou satisfeito com o que fiz, quero mais, quero ganhar o próximo.

Te incomoda quando há alguém no grupo que não tem essa postura?
Incomoda a todos. O futebol hoje é diferente. Há muito apego a quanto o atleta custou, quanto pode render ao ser vendido. Hoje se passa muito a mão na cabeça. O que manda no futebol é a parte financeira. Você tem que fazer de conta que não vê e tentar contornar. Antigamente as coisas eram mais resolvidas entre jogador e treinador, mas hoje não. Há todo um processo, o clube não pode ter perda. Mas a maioria dos profissionais atualmente é dedicada, de chegar na hora certa, é difícil ter aquele que atrasa ou falta ao treino. Antigamente isso ocorria mais e era natural, a pressão hoje é maior.

Como surgiu a vontade de bater falta?
ROGÉRIO CENI:
Em 1996, o São Paulo não fazia gols de falta. Eu falava pro Zetti bater, mas ele não queria. Aí disse pra ele que eu ainda iria fazer um gol de falta pelo São Paulo ou por outro lugar. E comecei a treinar. Em 97, quando o Muricy (Ramalho) me liberou para tentar as cobranças, fiquei feliz. Achava que não sairia da fase de treinamentos, e ele me possibilitou bater nos jogos.

Quantas cobranças em média você treinava?
No início eu batia entre 2.500 e 3 mil faltas por mês nos treinos. Antes da minha primeira cobrança em um jogo cheguei a cobrar 15 mil nos treinamentos.
Você fez gol de pênalti, de falta, até de bola rolando. Qual o gol que não fez e gostaria ter feito?
Teve um lance em que a bola passou muito perto, em um jogo contra o Paysandu, no Brasileiro. Eu chuto, ela vai na barreira, volta, e pego de voleio. Ia entrar, mas ela resvala em um adversário e sai. Seria um gol diferente. Lógico que eu queria ter feito um driblando todo mundo, mas nunca vai acontecer.
Costuma estudar o goleiro adversário antes dos jogos?
Não estudo tanto, mas se a falta é mais longe, daquelas que eu não bato, eu presto atenção na movimentação do goleiro, se ele sai antes ou não, se toma gols no canto. Há uma porção de fatores que, naqueles dez segundos entre a armação da barreira, o apito do juiz e a batida, você desenvolve de forma automática: vê distância, vento, altura, posicionamento, gramado, chuva...

Você leva alguma vantagem por ser goleiro? Pois sabe como a bola chega para seu adversário...
O pênalti é muito mais calma e tranquilidade. Não pode haver ansiedade, isso conta muito mais do que a parte técnica. Tem goleiro que vai para um lado e para o outro. Você tenta induzir ao erro. Enfrenta um, tenta induzir, ele erra o canto, e na próxima vez aparece o jogo psicológico: ele acreditar que você vai repetir ele tentar imaginar o que você fará.
Em quem você se espelhou pra repor a bola com precisão?
No meu primeiro ano trabalhei com o Gilmar (Rinaldi), que estava no último ano dele. Ele tinha uma reposição muito boa. O Alexandre, que faleceu em 92, tinha ótima reposição, e fui aprendendo. O Zetti estava aqui também. Todos treinavam diariamente, um repunha pro outro. Quando eu comecei, achei que jamais acertaria um cara a 50 metros de distância. Fui repetindo, e hoje é um movimento natural e os goleiros já começam uma jogada na reposição. Antes era só aquele balão paro o alto.
O Raí diz que você é o maior ídolo da historia do São Paulo. Concorda?
O São Paulo é um clube com mais de 70 anos, e cada jogador foi importante para a sua época. Talvez uma pessoa de 80 anos possa ter outros ídolos como referência. Mas acho que faço parte de uma fatia de jogadores que são especiais no clube. O Raí é um deles. Para mim, ele é o maior jogador da década de 90 no São Paulo. Aí vamos buscar Pedro Rocha, Roberto Dias, Careca, cada época tem os seus. Não me considero o maior ídolo. Sempre via o Raí e pensava: "como vai ser quando ele parar?" e "teremos outro Raí?" Ele parou, e nós conseguimos ganhar Mundial, Libertadores e Brasileiro. Cada um tem seu tempo. Eu vou ficar marcado na memória do torcedor por essa ultima década, esses últimos dez ou 15 anos. Mas seria impossível responder quem é o maior. É muito abrangente. Faço parte de uma galeria de ídolos que escreveram a história do clube.


domingo, 19 de agosto de 2012

Glori-Anne Gilbert

A impressão que tenho ao ver Glori-Anne é que ela nasceu para ser scream queen, figurinha fácil em filmes B que vão desde o terror até as produções típicas do finado “Cine Band Prive” Glori-Anne fez sua fama exibindo seu corpo de medidas 110-58-81 cm e simulando cenas de sexo nas películas em que participa. Nós não temos nada contra até agradecemos.






Nascida em 12/06/1976 no Kansas, estado conhecido pelo marasmo, pela religiosidade excessiva, pelos tornados e por não se ter nada para fazer. Este monumento loiro percebeu que seus atributos (110 cm de busto) deveriam ser divididos com o mundo. Sua estreia na sétima arte se deu no filme “Evil Ambitions” de 1996 onde um profissional de relações públicas sacrifica modelos para o demônio; porém seu primeiro papel de destaque foi no filme “Vampire Call Girls” de 1998, lançado diretamente para o mercado de vídeo, seguido por “Night Vamps” ainda no ano de 1998 e “Killer Sex Queens fron Cyberspace” de 1999.
No século XXI Glori-Anne partiu para um cinema diferente com a comédia “Tresure Hunt” em 2002 após alguns filmes erótico/terror a “Ana Glória” tirou a roupa em “Criaturas” (2004) retornando em “Komodo Vs Cobra” de 2005 ambos disponíveis em DVD.
Em 2005 ela filmou “Sub Zero” e “The Witches of Breastwick”. Em 2007 viria outro filme de monstros “Cry of the Winger Serpent” filmado para o SCI-FI Chanel.
Atualmente Glor-Anne vem se dedicando a sátiras exploitations de outros filmes como “The Da Vinci Coed”, “House of Hooter Hill e “The Breastford Wives” – todos de 2007; em 2010 ela atuou na sátira de Viagem maldita “The Hill Have Thigs”.

Todos os filmes de Glori-Anne foram feitos diretamente para a TV a cabo ou para o lucrativo mercado de vídeos e mesmo sem muito talento dramático a moça conseguiu construir uma carreira sólida o que é mais que muitas “atrizes sérias” conseguem. A grande maioria de seus filmes manteve um pé no terror, denotando sua fidelidade ao gênero e ela nunca relutou em fazer uma cena de sexo ou de nudez. O que mais podemos querer de uma scream queen?



Criaturas






Bate Bola com Glori-Anne (tradução de uma entrevista):


Deuses Mortos: Então você amava vampiros quando você era uma criança. Você cresceu para interpretar vampiros no cinema. Eu acho que você é uma vampiresa na vida real e ninguém sabe sobre isso.
Glori-Anne (risos) Não, certamente não!

D.M: Acho que você tem uma vida secreta que ninguém conhece.
G: Bem, se este segredo me impede de envelhecimento, então eu vou ficar com essa história.

D.M: Então, você passa seu tempo livre bebendo sangue?
G: Eu amo a sugá-lo para, o que mais posso dizer.

D.M: O que você tem feito para se divertir ultimamente?



G: Eu vivo trabalhando o tempo todo. Recentemente eu cheguei em casa por volta das nove horas. Eu tive que desfazer minhas malas e faze-las de novo para outro trabalho. Eu gosto de trabalhar assim Livre, me divirto fazendo isto. Eu tive a minha festa de aniversário em Los Angeles dividida em duas partes. Em uma suíte Mac-Daddy tive a minha festa para os meus fãs e depois fui para uma festa de pós-produção.  Assim, algumas das pessoas que conheço em Hollywood vieram a uma delas. Fiquei surpresa que as pessoas mais célebres apareceram. A primeira festa foi organizarada pelos fãs. Então, todo mundo estava perguntando se eles poderiam ver o meu show vampiro na festa também. Então eu fiz isso por eles também. O meu filme “Countess Draculas Orgy of Blood Draculas” tinha acabado de sair essa semana em DVD.

D.M: (risos) Você tem páginas e páginas dedicadas a você na internet. Eu vi uma foto de você como um guerreiro chamado The Den of Arcadia
G: Isso foi para o Dorian. Seu trabalho é vendido em galerias e ele tem vários livros de arte em que eu sou modelo. Eu fui uma das primeiras meninas que ele pintou.

D.M: Como é a sensação de andar em uma loja e se ver na caixa de capas de filmes?
G: É realmente emocionante, porque eu nunca fiz revistas masculinas, porque eu disse aos meus pais que eu não faria. Estou muito satisfeita que quando o meu filme “Criaturas” saiu no canal Sci-Fi que muitos dos meus fãs enviaram e-mails. Eles estavam empolgados e emocionados e não poderia esperar o DVD sair porque queria comprá-lo.

D.M: Como você faz as senas de sexo em seus filmes?
G: Na verdade eu faço as cenas sem dublês. Eu tenho dificuldade nas cenas com outras meninas, porque eu não sou bissexual. Não é que as meninas me desliguem, mas também não me ligam. E assim a minha motivação para ficar ligada é pensando em como os caras ficam quando eles estão sentados lá assistindo.


Glori-Anne gilbert morena em The Breastford Wives


D.M: Então você fingir que o cara está te observando pela TV ao fazer a cena?
G: Não, eu finjo que o cara está ali me vendo fazer a cena. Eu finjo a câmera é o cara. Isso me deixa realmente ligada, porque eu amo transar com rapazes em. Isso é a minha coisa favorita no mundo inteiro.

D.M: Como você era na escola?
G: Bem, eu nunca de beber ou usar drogas. Então, muita gente pensou que eu não estava afim de sexo. Mas quero dizer que eu tenho me divertido todos os dias desde que eu tinha cinco anos de idade. Ser uma pessoa sexual ao fazer seu trabalho é a coisa mais divertida para mim, porque eu tenho que escolher uma fantasia sexual e representá-la. Eu tenho que fingir fazer sexo com uma plateia inteira, porque estou me revelando sexualmente a eles, não apenas meu corpo.
Cena de "Lust Connection"


D.M: Fale um pouco sobre as ultimas cenas de sexo que você filmou.
G: Eu fiz algumas cenas nos últimos dois filmes. Eu fiz um trio com Stormy e Julie Smith. Eu fiz algumas cenas de amor com um cara. Eu não faço tantas de cenas de amor com rapazes. Quando eu faço uma cena de amor com uma menina eu tenho que trabalhar tão duro para se certificar de fique uma cena de sexo convincente. Imagino caras estão assistindo e que eles vão virar meus fãs. Quando eu faço uma cena de amor com um cara que eu tenho que tomar muito cuidado porque eu fico tão excitada, eu odeio dizer isso, mas eu poderia apenas foder o cara. Sabe o que eu quero dizer? Eu fico tão animada e é realmente bizarro, porque não se o cara é realmente bom procurando isso é o tipo de cara que eu estou normalmente atraída.  E o tempo todo eu tenho que me certificar de que não começar foder o cara de verdade ou algo assim. Eu prefiro não conhecê-lo antes da minha cena de amor com ele. Houve uma vez com um ator chamado Scott Styles que eu fiquei muito contente em trabalhar com ele. Porque na verdade ele é um cara muito inteligente, que costumava trabalhar para a NASA.

D.M: Você acredita em maldições da lua cheia ou em fantasmas? Você ama o Halloween?
G: A cabine para eu fiquei em um dos meus filmes era assombrada.

D.M: Sério? O que aconteceu?
G: Ah meu Deus. No meio da noite, algo estranho acontecia. Foi realmente assustador. As coisas estavam se mexendo. Pedaços de papel que ninguém poderia encontrar de repente desapareciam. Houve um trenó pendurado na parede que se mexia. Eu fui e coloquei minha mão sobre ele e minha mão começou a balançar com junto. Eu não consegui fazer o trenó parar de balançar.



quarta-feira, 15 de agosto de 2012

GTO: Um grande Professor

GTO é uma homenagem aos professores, ao mesmo tempo em que é uma crítica ao sistema educacional atual onde as escolas se tornaram grandes negócios, os alunos passam a serem vistos como bons negócios e os professores são desvalorizados e estão desmotivados. Tudo isto com muito humor e dramas pessoais.
GTO pode até ter um enredo batido – Jovem professor idealista envolve-se com seus alunos e os ajuda em seus problemas pessoais, um a um vai conquistando uma sala repleta de “alunos problemas”. O que diferencia GTO dos demais é seu protagonista, Onizuka é o ex-líder de uma gangue de motoqueiros, com 22 anos que sonha em ser professor, mesmo sem nenhuma qualificação ele supera os problemas de seus alunos com muito afeto.
Sendo lançado inicialmente como um mangá por Tohru Fujizawa entre 1997 e 2002 GTO é uma sigla para Great Teacher Onizuka – maneira ridícula pela qual Onizuka se intitula – o mangá foi um sucesso na Ásia, Europa e América inexplicavelmente nunca foi lançado no brasil, mesmo tendo uma certa popularidade por aqui; em 1998 foi produzido um seriado japonês sobre GTO (um dorama) de 12 episódios; entre 1999 e 2002 foi produzido um anime bastante fiel ao mangá, mas com um final diferente;  agora em 2012 um novo live action de GTO está sendo produzido.

A seguir farei um paralelo entre o live action e o anime, dando ênfase ao seriado. A primeira questão do dorama é como resumir um mangá de 25 volumes em 12 episódios? Não é uma resposta simples, evidentemente algumas situações ficaram de fora, algumas personagens sumiram e outras foram condensadas. Outra diferença é a mídia o live action foca em alguns romances inexistentes no original e conta com um final diferente. Mesmo assim o seriado é muito bom, superando anime que, por ser mais longo, explora melhor as situações dos alunos e dá mais ênfase para a comédia, deixando os dramas pessoais em segundo plano.
Um bom exemplo de mudanças fica pela vilã da história, no anime existem pelo menos três Miyabi, a garota que alimenta maior rancor contra os professores e não aceita Onizuka; Anko que pratica Bullying contra um garoto por ele ser fraco e lembra-la de sua fraqueza e por fim Kanzaki definida por Onizuka como “terroristazinha”, no dorama Miyabi é a única vilã e acarreta características das outras personagens. Este é o principal defeito do live action kanzaki é uma das melhores personagens de GTO e de longe a melhor vilã.  Por sua vez Onizuka está muito melhor no seriado, graças ao ator Sorimachi Takashi que empresta carisma e simpatia ao professor maluco.
Outro ponto positivo do live action é sua trilha sonora, em especial a canção inicial “Poison”, um rock que narra o sofrimento transformado em ódio: “Não quero ser domado/com as mentiras e palavras sujas ‘veneno’/não quero tirar os olhos/da sinceridade”. Onizuka prega que os alunos odeiam os professores porque são ignorados e desprezados pelos adultos: “Sorrindo com um olhar frio/a pessoa que a alma está passada/tem a dor de escorrer as lágrimas”. Os alunos  de Onizuka são quase todos de famílias de classe média-alta ou alta com influência na mídia e na política imersas em seu trabalho e sem tempo para seus filhos, estes pais compensam sua ausência com dinheiro e mimos exagerados, provocando um grande vazio neles.

As Personagens Principais:


As Personagens Principais:
Onizuka: Professor idealista que usa métodos pouco ortodoxos de ensino, como convocar sua gangue de motoqueiro para dar uma lição aos alunos baderneiros ou ameaçar jogar uma aluna do terraço de um prédio! O mais importante de Onizuka é seu carinho e dedicação pelos alunos, que ele considera como amigos. No live action o professor foi interpretado com maestria, tornando-se uma das personagens mais carismáticas que eu já vi.
Ator: Sorimachi Takashi






Professora Fuyutsuki: No anime a professora Fuyutsuki é contratada junto com Onizuka e os dois tornam-se amigos após o GTO tê-la salvo de um tarado no metrô; no seriado Fuyutsuki já pertence a escola e ela detesta Onizuka. Outra diferença importante: no anime Fuyutsuki realiza seu sonho ao se tornar professora, no live action ela quer ser aeromoça para ter um salário maior e conhecer homens famosos (!) e leciona para agradar seus pais, lentamente Fuyutsuki passa a amar a profissão graças a Onizuka. No seriado a professora é a musa da escola onde alunos e professores são apaixonados por ela, graças a Matsushima Nanako, atriz que a interpreta, empresta charme a uma personagem chatinha do anime. Uma curiosidade Nanako é a protagonista de “Ring – O Chamado” e casou-se com Takashi após as filmegens de GTO.
Atriz: Matsushima Nanako



Miyabi: A grande vilã do live action reúne características de outras vilãs do anime/mangá, provavelmente para concentrar o seriado em uma única ameaça. Se no anime Miyabi é uma estrategista que tenta atacar Onizuka pelas sombras no live action ela se defronta com o professor logo no terceiro episódio após seu bullying ser descoberto. Em ambas as mídias ela é chantagista e ameaça todos os professores com sua mãe. No dorama ela está mais inteligente, no anime Miyabi não é muito inteligente e tem seus planos desfeitos pelos amigos de Onizuka.
 Atriz: Nakamura Aimi






 Kikushi: O gênio da classe é também um rebelde que faz o que quer graças as suas altíssimas notas, ele foi o primeiro aluno a atacar Onizuka forjando fotos do professor em clubes masoquistas, no live action as imagens são mais leves, rapidamente Kikushi percebe que Onizuka não é um professor comum e muito menos um “bundão” e decide dar uma chance para o cara. No live action sua adesão foi um pouco mais difícil Onizuka deixa que ele apanhe para perceber os malefícios de sua arrogância e prepotencia, com muita sinceridade Onizuka conquista Kikushi. Esta personagem é outro exemplo de condensação, ele recebe características de Kanzaki como a prepotência, tentar explicar tudo racionalmente e o prazer em humilhar os professores.

Ator: Kobosuka Yosuke


Tomoko: Menina ingênua, amiga de Miyabi e uma espécie de pau mandado, ninguém a valoriza tanto seus pais como seus amigos a acham uma idiota sem futuro, apenas Onizuka acredita nela. No anime Tomoko é linda e Onizuka consegue introduzi-la no mundo das modelos, inclusive atua como seu agente a deixando famosa nacionalmente, já no live action a garota é apenas infantil, sem a beleza e o talento cativante, ainda escolheram uma triz feinha para o papel.







Atriz: Kuroda Miki



Noboru: Garoto tímido e frágil constantemente vítima de bullying que ninguém percebe existir, em ambas as mídias Onizuka o salva de uma tentativa de suicídio. O garoto cria um forte laço de amizade com Onizuka e aos poucos vai criando coragem para denunciar suas agressoras por que sabe que tem alguém ao seu lado. Noboru apanha das meninas da classe, no anime quem bate nele é a Anko, que ao final da animação acaba apaixonada por ele, pois se lembra de sua fragilidade infantil e de quando era maltratada por seu irmão, no seriado quem bate nele é a Miyabi, que não desenvolve nenhum tipo de laço afetivo com o garoto.
Ator: Oguri Shun






Murai: De todos os alunos é Murai quem mais se parece com Onizuka os dois são bad boys, meio tapados e agem sem pensar. No anime Murai é apenas um adolescente revoltado, no live action Murai é o principal vilão do seriado ameaçando inclusive professores em ambas as mídias ele tem uma mãe jovem e linda que o enche de ciúmes, e lógico que Onizuka dá em cima dela, no anime Murai se rende facilmente a Onizuka percebendo que o professor só quer sua amizade, já no seriado ele resiste ao professor por amor a Miyabi.
Ator: Ikeuchi Hiroyuki







Mizuki Nanako: É a primeira aluna a ser ajudada por Onizuka após tentar chantageá-lo com uma foto onde ela estaria semi-nua em sua frente. Onizuka ameaça os dois amigos dela com sua gangue de motoqueiros e ajuda a menina a se reaproximar com seus pais. Nanako reclama que quando eles eram pobres eram mais felizes, agora que seus pais ficaram ricos a garota não passa mais tempo com eles, Onizuka resolve a fatura destruindo uma parede que separa o quarto deles, no anime ela estuda em outra escola onde Onizuka faz um estágio, já no seriado ela faz parte da turma que Onizuka vai conquistando aos poucos.
Atriz: Kirari




"Os Deuses Mortos" Oito Anos

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