quarta-feira, 7 de maio de 2014

Alexandre Padilha é acusado de envolvimento em lavagem de dinheiro através da Petrobras

No começo de Abril a compra da refinaria falida de Pasadena, no Texas, por US$ 1.3 bilhões pela Petrobras estourou mais um escândalo envolvendo o governo petista. Os pivôs deste escândalo eram o vice-presidente da câmara dos deputados, o petista, André Vargas e o doleiro Alberto Youssef. Em conversa dos dois interceptada pela Polícia Federal Youssef revela seus objetivos da compra da refinaria: “Acredite em mim. Você vai ver o quanto isso vai valer... tua independência financeira e nossa também, é claro...”.
Até semana passada os dois eram os principais articuladores da lavagem de dinheiro – a Petrobras fora utilizada para comprar uma refinaria falida quem ganharia com isso? A oposição, liderada por Aécio Neves, conseguiu – via interferência do Supremo Tribunal Federal – instaurar uma CPI. Paralelamente a Polícia Federal iniciou a operação “Lavagem a Jato”.
  Neste momento chegamos ao título deste post: a polícia federal relaciona em sua linha investigativa o relacionamento de Alexandre Padilha – pré-candidato ao governo do Estado de São Paulo e ex-ministro da saúde – ao doleiro Youssef. Ambos estariam ligados ao laboratório Labogen.
A denúncia foi feita pelo jornal “O Estado de São Paulo” Youssef seria o principal controlador do laboratório, o mesmo teria empregado Marcus Cezar Ferreira de Moura (que além de empresário é militante do PT) para o laboratório.  A imagem ao lado tem
acusação da PF
como fonte o processo da Polícia Federal supostamente revelando uma conversa entre o deputado André Vargas e Youssef em 28 de Novembro de 2013.
Pouco depois o Labogen fechou contrato de R$ 31 milhões com o governo para fornecimento de remédios ao ministério da saúde – nesta época o ministro era o pré-candidato ao governo do estado de São Paulo Alexandre Padilha.
Até o momento a investigação da Polícia Federal afirma: “existem indícios que os envolvidos tinham uma grande preocupação de colocar à frente da Labogen alguém que não levantasse suspeitas das autoridades fiscalizadoras”.

Em respostas as acusações Alexandre Padilha confirmou conhecer Marcus Cezar Ferreira de Moura, mas negou ter indicado seu nome ao Labogen e acrescentou: “vou interpelar quem usou meu nome em vão”. Isto inclui o também petista André Vargas. 

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