Anos de Os Deuses Mortos

VIII Oito Anos de Os Deuses Mortos

sábado, 28 de maio de 2016

Quem ajuda quem?

A imagem ao lado chama-se "Satanás I" de H.R Giger - artista mais conhecido por ter criado o visual do Alien no filme “Alien o 8° Passageiro”. Mais do que um designer é um artista completo com especial apreciação pelo oculto, grotesco e erótico.
No entanto não irei falar sobre Giger, seu cartaz serve apenas como inspiração na qual o demônio, identificado por seus cornos, mira àquele que está diante da obra com um estilingue no formato de crucifixo munido por uma hóstia. Cuidadoso e perspicaz como um caçador a procura do ponto mais vulnerável de sua vítima. Para a vítima certa a arma certa.
Amigo leitor proponho uma experiência: escolham um dia, um horário e um lugar, fique ali parado e veja quanto tempo demora para alguém vir lhe pedir algum dinheiro, um dia destes um homem veio me pedir R$ 10.00, ele já veio com a cifra pronta! Claro, a fome é consequência da má distribuição de renda, porém, aqui em São Paulo existe um grande número de albergues que servem comida e um local seguro para virar a noite, instituições de caridade, igrejas e ONG´s, se alguém realmente estiver com fome em São Paulo tem como se alimentar.
Voltemos ao Satanás: Giger foi genial em utilizar Jesus na cruz como arma do diabo mirando nas boas almas caridosas. São tantas as pessoas ávidas por ajudar os necessitados proferindo discursos apaixonados pelo marxismo, contra o capitalismo, de como eles choram ao ver alguém passando fome. "Quem ajuda quem?". A pergunta não costuma ser compreendida, ao contrário produz um olhar de perplexidade, por isso repito: “quem ajuda quem?" - confusos eles tentam argumentar: "veja bem os pobres do Brasil precisam de nós, é nosso dever ajuda-los". Interrompo dizendo que entendo seu argumento e concordo com o mesmo, porém minha arguição não foi respondida "quem ajuda quem?".
Eles podem argumentar que a comida do albergue é padronizada, com gosto ruim, que as acomodações são desconfortáveis. Quem tem fome não se importa com padronização e quem tem frio não liga de ficar junto de outras pessoas, mesmo estando desconfortáveis, a final o chão da praça pública é tão quentinho e aconchegante, não é mesmo caro marxista? Doe um agasalho para quem tem frio e veja como ele não fica contente.
A única justificativa plausível é que os moradores de rua optaram por um estilo de vida incompreensível para maioria de nós e por isso tentamos enfiar uma explicação goela abaixo neles. Lembro-me de uma professora que nos mandou entrevistar moradores de rua para um trabalho de faculdade, suas histórias giravam em torno de prejuízos financeiros e busca pela liberdade.
Se os moradores de rua buscam a liberdade, eles não irão buscar abrigo em uma instituição, esta escolha está longe de ser um problema, em geral o inconformismo fica para aqueles que assistem esta cena. Que a todo custo enxergam miseráveis para ajudar entoando o mantra “eu sou bom” - tudo para não correr o sério risco de ficarem no silêncio e descobrirem que não são melhores que ninguém.  

É necessário fome para sana-la, é necessário o frio para aquecer alguém. Miséria, fome e sofrimento são necessários, diria até que são desejados pelos socialista politicamente corretos, sentem-se úteis. "Quem ajuda quem?".

terça-feira, 24 de maio de 2016

Blade e X-Men vieram nos salvar: A Terceira Era dos Quadrinhos no Cinema

Depois de tantos fracassos de público e crítica os produtores tiraram o pé e o número de adaptações diminuíram; os poucos exemplares tiveram uma mudança de enfoque os novos filmes deveriam ser sérios, com um pé na realidade e com orçamento muito menor o assim chamado “sombrio e realista”.
 Em 1998 Wesley Snipes deu vida a um herói do segundo esquadrão da Marvel “Blade” um filme sério, barato e simples aproveitando duas imagens da cultura Pop os vampiros e o caçador. O sucesso deu sinal verde para novas empreitadas.
Em 2002 viria “Blade 2” dirigido por Guillermo del Toro o filme foi mais, mais violento, com mais ação e muito melhor. Mais uma vez a produção foi acertada e a Marvel finalmente insere, com sucesso, um de seus heróis nos cinemas, mesmo sem ter uma atuação direta (Blade foi licenciado e não uma produção da editora).
Blade veio primeiro e merece os méritos, porém o grande sucesso que ressuscitou as adaptações dos quadrinhos nos cinemas foi “X-Men” de 2000 um filme barato (para os padrões de hoje) fincando os dois pés na realidade o filme adaptou os mutantes
para o público geral um bom exemplo foram uniformes de couro pretos e padronizados. A trama politico/racial deu o tom. A película que tornou Hugh Jackman um astro não trazia nenhum nome estrelado “apenas” o consagrado ator de teatro e drama Ian McKellen e promessas como Halle Barry e Famke Janssen.
O diretor Bryan Singer estava quase pulando fora quando alguém lhe disse imagine Malcon X e Marthin Luther King discutindo suas opiniões em um filme. Ao compararmos com os filmes de hoje “X-Men” era muito mais adulto ao usar os mutantes pera discutir preconceito e ações extremistas de grupos que preferem substituir o diálogo pela violência (tal qual alguns substituem pelo cuspe).
Em 2003 o filme ganhou uma sequência com “X-Men 2” na mesma linha o filme foi outro sucesso espalhando os mutantes após um ataque a sua escola enquanto explorava a origem do Wolverine. Infelizmente a franquia perderia o rumo com o horroroso “X-Men: o Confronto Final” um filme cheio de mutantes e efeitos especiais, porém sem história ou enredo. O mesmo aconteceu com “Wolverine: Origem” a franquia iria se recuperar com os bons “Wolverine Imortal” de 2013 e “X men – Dias de um Futuro Esquecido” de 2014 tendo ainda os muito bons “Primeira classe” e “Dias de um futuro esquecido”.
Animada com o sucesso de suas personagens no cinema a Marvel começou a vender os direitos autorais para grandes estúdios era o adeus aos filmes da Cannon – a Fox adaptou os subestimados “Demolidor” de 2003 e “Elektra” de 2005 ambos com a pegada realista “Demolidor” sofreu nas mãos dos produtores, anos depois foi lançada a versão do diretor revelando um filme sombrio que se aprofunda nos conflitos do protagonista ou seja completamente diferente da versão multilada exibida nos cinemas.
Já Elektra entrou para o hall dos bons filmes que não foram compreendidos pelos espectadores some a ele “Hulk” e “Superman – o Retorno”:
Em 2003 a Universal comprou os direitos do Hulk e teve uma ideia brilhante, para filmar a saga do gigante esmeraldino cuja dualidade humana é o núcleo da personagem o estúdio contratou Ang Lee que vinha do excelente e premiado “O Tigre e o Dragão”, Lee filmou como se fosse uma história em quadrinhos, a edição é uma obra de arte nunca antes um herói foi tão profundo. O filme contava com o promissor Eric Bana como Bruce Banner e a vencedora do Óscar Jennifer Connelly, infelizmente o público não entendeu a proposta – os exageros dos filmes da Marvel de hoje com o profundidade de um drama psicológico.
“Elektra” de 2005 mostra a assassina solitária e angustiada pelas escolhas que fez na vida e vê em uma garota sua chance de redenção. Muito mais humano do que violento o filme frustrou muita gente que esperava um festival de Sangue e tripas. A escolha intimista foi um acerto não compreendido pelo público.
O terceiro filme da classe dos incompreendidos foi “Superman - O Retorno” de 2006 Bryan Singer delegou “X-Men O Confronto Final” para dirigir o retorno do homem de aço, a proposta era homenagear a obra de 1979 – na trama Superman descobriu destroços de Krypton e parte para investigar voltando três anos depois, neste meio tempo o homem de aço encontra um mundo que talvez não precise mais dele.
De todos os filmes esse é o que apresenta mais erros como a escalação da péssima Kate Bosworth como Lois Lane e a surpresa do filme Superman teria um filho. A produção tem como méritos o clima de 1979 e humanizar a personagem, infelizmente não
foi compreendido.
Voltemos aos sucessos a Sonny lançou a segunda maior franquia desta época em 2002 “Homem Aranha” filme que inovou ao aproximar os quadrinhos do cinema relativamente fiel o filme apresenta a mesma origem e um uniforme de quadrinhos. Os fãs criticam, corretamente, o visual do Duende Verde e o esquecimento da fase adolescente do cabeça de teia.
Sam Raimi, diretor vindo do terror e fã da personagem dirigiu mais duas sequencias “Homem Aranha” 2 de 2004 foi melhor que o primeiro apresentando um Dr. Octopus perfeito, porém ele errou feio em “Homem Aranha 3” filme repleto de vilões, onde nenhum é aproveitado corretamente, um desperdício do Venon e uma alteração na origem da personagem. Um horror!
A terceira fase dos heróis no cinema termina com a melhor franquia da história nos quadrinhos, em qualidade perde apenas para “Superman O Filme” de 1979, falo da trilogia “O Cavaleiro das Trevas”: Em 2005 a Warner recruta Christopher Nolan que imprime o tom sombrio e realista, que influencia as produções até os dias de hoje.
Nolan recruta atores de peso, conhecidos por filmes independentes ou dramas intimistas como Christian Bale; Morgan Freeman; Michael Caine; Liam Nelson o filme “perdeu” trinta minutos contando a origem do Batman, extremamente fiel à origem da personagem no final da década de 1930.

O melhor filme da trilogia foi “O Cavaleiro das Trevas” de 2008 onde Heath Ledger deu vida ao melhor curinga de todos os tempos louco e violento o Curinga é o agente do caos. A trilogia provou que filmes baseados em heróis podem ser fieis e sérios, sem precisar colocar uma piada a cada cinco minutos. O coringa aterrorizou muita gente a caótica Gothan City ficou crível como qualquer metrópole.

sexta-feira, 20 de maio de 2016

Panchira: Olhando embaixo da saia

O Japão é um país com muitos fetiches alguns inocentes, enquanto outros deixariam os mais certinhos horrorizados! Esse post abrange a primeira categoria a “panchira” adaptando para o portuguê um rápido vislumbre na calcinha da mulher.
O uso de calcinha por parte da mulher japonesa é relativamente novo. Historiadores acreditam que o costume começou após a segunda guerra mundial – sim existem pessoas dedicadas as estudar a calcinha das japonesas!
Com o surgimento da calcinha surgiu a ideia de proibido, até então as mulheres não escondiam suas vergonhas, essa é a opinião da crítica de cinema Laura Mulvey; já Anne Allison, professora de Antropologia Cultural na universidade de Duke, EUA, acredita que a visão da calcinha representa a mulher como objeto de desejo. Voltamos ao proibido – eu só escondo aquilo que é desejado.
Os animes e mangás escancararam o fetiche, definido por Freud como algo que desvia o olhar das partes pudicas. Se a calcinha esconde alguma aquilo que sempre esteve a mostra é porque a mulher passou a ser desejada deixando de ser uma serva se autorizando como uma pessoa a ser conquistada.
É isso que as feministas não conseguem entender a mulher como objeto de desejo não está inferiorizada, ela está em um patamar acima, atraindo o olhar. A panchira ajuda a entender como o Japão, um país com pessoas tão tímidas possui tantas garotas com saias curtas, elas querem ser desejadas e nós queremos deseja-las.

Com vocês uma coleção de panchiras:    






terça-feira, 17 de maio de 2016

Dany Lopez

Dançarina, modelo, sedutora e musa do Flamengo Dany Lopez é uma delícia de mulher que atrai olhares de luxúria por onde passa.
A moça já foi destaque da revista sexy e sedutora na nova versão do programa “Teste de Fidelidade” apresentado por João Kleber na Rede TV! Até hoje sua dança no poste é vista na internet e olhem que tudo começou de maneira despretensiosa: “Eu sempre trabalhei com beleza, mas gostava muito de dançar. Como eu sempre saia para me divertir, fui chamada para fazer umas apresentações. O que era hobbie virou uma profissão”.

Dany chegou a fazer cinco apresentações em casas noturnas por dia alcançou a televisão e a capa de revista já conheceu o Brasil inteiro e recebeu cantadas em vários dialetos regionais: “Isso é normal, toda mulher bonita recebe cantadas. O problema é que muitos confundem a figura de uma striper com uma garota de programa”.






sábado, 14 de maio de 2016

O Brasil depois do PT

Foram treze anos de mentiras, roubalheira e assistencialismo. Tudo para implantar um plano de governo que beneficiasse o partido dos trabalhadores e enfraquecesse os demais ao ponto da democracia não mais existir por falta de opção. Felizmente o brasileiro aprendeu com a Venezuela e disse não ao Lulopetismo.
Após o afastamento de Dilma seu vice encontra terra Arrasada, o que não deixa de ser irônico uma das maiores mentiras de Lula era dizer que herdou terra arrasada de seu antecessor FHC. Apenas uma das mentiras pois o plano Real e o Bolsa Família foram realizações de Fernando Henrique as quais Lula se empossou. Hoje Temer tem uma difícil missão pela frente, resgatar nosso país e para isso precisa contar com a boa vontade daqueles que ajudaram a derrubar o petismo, o povo.
Apoio é algo que se conquista e se Temer cumprir com metade do que promete será um dos melhores presidentes de nossa história. Entre eles a demissão da cumpanherada, militantes que apoiaram Dilma contra o impeachment para manter como parasitas no governo: grupos feminazis; verdes e supostos movimentos sociais que parasitavam o governo desde a posse de Lula – por isso se ouvirem sobre a demissão de quatro mil trabalhadores após a posse de Temer saibam que é uma mentira, essas pessoas nunca trabalharam e viviam de renda em troca de sua militância.
Privatização – petistas e outros vermelhos detestam a palavra privatização uma vez que eles perdem sua boquinha. Infelizmente Temer irá conceder apenas 49% do controle dos correios, da INFRAERO e ELETROSUL para empresários, deveria vender 100%. Quem ainda discorda basta lembrar que o Petrolão só existiu porque as empresas são estatais, se fossem privadas não haveria (ou ao menos seria muito mais difícil) como comprar votos e engordar o caixa do partido com nosso dinheiro. 
A demissão de todos os ministros – a miss bumbum vai ter que se mudar, assim como toda a cumpanherada que apoiou Dilma e outros petistas. Temer pretende cortar 12 ministérios, diminuindo gastos e a troca de favores como vimos na votação da câmara os contrários ao impedimento foram agraciados com cargos. Coisa de petista.
O apoio do PSDB – demorou um pouco, mas tucanos concordaram em fazer parte do governo Temer, com o apoio de FHC o partido ouviu seus filiados e concordou em participar enviando a Temer um manifesto favorável a implantação do parlamentarismo – uma estrutura de governo muito mais simples, que dificulta a corrupção, troca de favores e venda de cargos com o bônus de poder depor o mandatário, no caso o primeiro ministro, sem a necessidade do processo de impeachment.
E a Dilma?
No momento Dilma ocupa o cargo de presidente afastada – ela ainda não foi impedida de governar, mas não pode exercer o cargo enquanto não for julgada – julgamento que pole demorar até 180 dias para acontecer. Enquanto isso Temer tem autonomia para governar o país.
Petistas pretendem impor um “governo paralelo” o que ninguém entendeu direito, Dilma não poderá governar e quando pode não conseguiu! Lula tentou, as pressas, assumir o governo em um quarto de hotel, também não foi bem-sucedido. Dentro do poder eles não tiveram força como terão fora?
Os vermelhinhos apostam na militância e os movimentos  como MST, MTST e outras porcarias enquanto Temer aposta no desgaste e no fim do pagamento com dinheiro público. Os defensores do PT vem diminuindo em número, em suas últimas manifestações predominaram artistas sustentados pela lei Rouanet e pelo povo da mortadela – sim haviam defensores de Lula e Dilma sem nenhum interesse financeiro, mas eram poucos.

Temer e seus aliados acreditam que com o fim do governo PT esses movimentos não serão mais sustentados pelo governo e vão se desorganizando com o tempo. O presidente já declarou que considera manifestações a favor de Dilma, Lula e do PT democráticas, mas não aceitará que essa gente pare o país e irá recorrer as forças armadas se necessário. Depois de treze anos teremos um presidente.

terça-feira, 10 de maio de 2016

Kathleen Kinmont

Não é muito comum encontrarmos sequencias tão boas quanto os filmes originais, mais incomum ainda é encontrarmos nessas sequencias momentos que marcam nossa memória. Imagine agora quais as chances dessas cenas serem protagonizadas pela mesma atriz. Kathleen Kinmont tinha tudo para ter duas bombas em sua carreira que acabaram se transformando em boas pedidas para os fãs de terror, muito se deve a presença da moça, uma excelente scream queen. Para quem ficou curioso as sequencias são “Halloween 4” e “A Noiva de Reanimator”.
Kathleen não poderia ter nascido em lugar melhor para alguém que almeja o estrelato, natural de Los Angeles, Califórnia, ela não precisou atravessar o país em busca de seus sonhos. Dona de uma beleza característica a loira sempre teve tudo para ser uma boa rainha do grito: seios fartos, um grito estridente e pré-disposição para ficar pelada na frente das câmeras (o que mais alguém precisa?).
Como de costume seu início de carreira foi de vagar com participações em programas de televisão e pontas em seriados e filmes. Seu primeiro papel com um pouco mais de destaque veio em “A Primeira Transa de um Nerd” de 1984 com título autoexplicativo. As comédias sobre adolescentes querendo transar foram um grande sucesso dos anos 80 e muitos títulos semelhantes eram feitos produções ideais para jovens atrizes desinibidas.
Aparentemente ninguém a notou e Kathleen seguiu em participações para TV e cinema até protagonizar “Phoenix: A Guerreira do Século XXI” de 1988 fantasia sensual apocalíptica típica dos anos oitenta, depois do sucesso de “Conan O Bárbaro” produtores passaram a investir em filmes do tipo, uma subcategoria foi criada com mulheres barbaras, beldades de biquíni enfrentando criaturas bizarras.
Depois de pegar na espada (sem maldade) Kathleen foi convidada para “Halloween 4” - o
Halloween 4
sucesso dos dois primeiros filmes ruiu após a péssima recepção a parte três e produtores decidiram trazer Michael Myers de volta para um filme convencional. O resultado foi o segundo melhor filme da franquia, ficando atrás apenas do primeiro.
No filme descobrimos que Michael tem uma sobrinha e volta a Haddonfield para mata-la, nossa musa vive a “fura olhos” da cidade enquanto a protagonista lutava pela vida a personagem de Kathleen se divertia com o namorado dela. Se a personagem existia para ser odiada não deu certo, ao passar o filme de camiseta apertada e calcinha ela rouba a cena e até hoje é lembrada como uma das principais scream queens da saga.
Filmado no mesmo ano, mas lançado em 1899 veio outro filme de terror “Trágica Semana de Calouros” pouco conhecido o filme retrata estranhos desaparecimento de estudantes em uma universidade, voltado mais a comédia sensual que ao terror.
Ainda em 1989 vieram “Midnight” e “Snake Eather II: The Drug Buster” no primeiro, mais um terror, ela faz apenas uma ponta, no Segundo, um policial, ela vive uma detetive, mas é um papel secundário, ambos filmes ruins.


A Noiva de Re-Animator
É a partir desse ano que ela colhe os louros de atuar em um sucesso de bilheteria. Quando Brian Yuzna decidiu produzir “A Noiva de Re-Animator”, sem Stwart A
Noiva de Re-AnimatorGordon, ele assumiu a direção e contratou nossa musa para ser “a noiva”. Seu papel foi semelhante ao de Barbara Crampton no final do primeiro filme.
Uma vez revivida a moça anda nua matando quem se coloca entre ela e seu amor. Percebendo o que fizeram os doutores Herbert West (Jeffrey Combs, repetindo o papel do médico que sonha em reviver os mortos) e Dan Cain tentam para-la, mas aí já é tarde. Mais bem produzido que o primeiro “A Noiva de Re-Animator” é uma continuação digna que amplia conceitos do primeiro filme e foi um dos clássicos do Cine Trash marcando a juventude de muitos brasileiros.
Ainda em 1989 Kathleen protagonizou outro filme sensual de capa e espada futurista “Roller Blade Warriors: Taken by Force” como sugere o nome ela vive uma guerreira contratada para salvar uma garota que seria sacrificada por mutantes. Em 1991 protagonizou “A Arte de Morrer” sobre um cineasta que deseja filmar mulheres sendo mortas. Mesmo fazendo um filme policial ela não se afasta do terror, a arte de morrer fala sobre Snuff Movies ou filmes que mostram pessoas sendo mortas. Uma lenda urbana difundida pelo horror.
O ano de 1992 começou bem com mais um papel de destaque na fita de ação “Final Impact” onde
Kathleen conheceu seu futuro marido Lorenzo Lamas; a dupla retornou em C.I.A Codenome Alexa”, “C.I.A II: Missão Alexa” de 1993 (ela escreveu o argumento do filme), “Final Round” de 1994 e no seriado “Renegado” de 1992 a 1996. Depois disso o casamento acabou.
 Em 1995 ela voltou ao terror com “Stormswept” sobre bruxaria, filmado na Louisiana, em 1996 viria outro filme de terror “Sangue nas Trevas” sobre um vampiro em busca de sua noiva ressuscitada.
Os anos se passaram com participações em séries de TV e filmes menores até atuar em outro cult “Testemunha Muda” de 2002 um vídeo retrata a imagem de um possível assassino, o qual pertence a classe política da sociedade. No mesmo ano ela fez “Psychotic” e “Prank” de 2008, com a participação de Danielle Harris, com quem trabalhou em Halloween 4.


Atualmente, aos 51 anos ela está na ativa como produtora e roteirista. 


sábado, 7 de maio de 2016

Explicando o Final de Evangelion

Dando sequência aos posts especiais de aniversário do Blog vou falar sobre “Neon Genesis Evangelion”, em especial seu final, que após vinte anos segue incompreendido tendo sido substituído por dois filmes – nada contra, afinal quanto mais Evangelion melhor. Aqui mostrarei toda a beleza e genialidade por detrás dos últimos capítulos da série.
Em todas as mídias existem criações que mudam a maneira como ela se constitui e não é exagero nenhum dizer que “Evangelion” mudou a forma de se fazer animes, influenciou outros profissionais ao redor do mundo, em outros campos da arte. O exemplo mais recente deu-se com “Circulo de Fogo”. Ficando apenas na superfície “Transformers” só existe porque o estúdio não conseguiu os divreitos de Eva – ainda bem, alguém consegue imaginar essa obra nas mão canastronas de Michael Bay?
Evangelion foi o primeiro anime a se assumir um produto direto aos fãs brincando com vários clichês dos animes, personagens típicos e algumas piadas voltadas diretamente aos fãs de animes e criou o termo Fan Service (serviço para os fãs) só por isso mereceria seu lugar na história. Felizmente a coisa foi além.
“Neon genesis Evangelion” entrou no ar na TV Tokyo no dia 24 de Outubro de 1995 dando início a um fenômeno de público com apenas 26 episódios e um orçamento apertado “Evangelion” escreveu se
nome em uma lista seleta, suas personagens femininas principais – Rei Ayanami e Asuka Langlei Soryu foram eleitas dois anos consecutivos as melhores personagens de animes no Japão respectivamente, seu enredo provoca discussões até hoje e o estúdio Gainax passou de uma produtora anônima para referência mundial.
Quem nunca se encantou com os expressivos olhos vermelhos de Rei? Duas vezes eleita a melhor personagem de um anime em sua época e até hoje uma das melhores – se não a melhor personagem de todos os tempos? “Evangelion” segue uma estratégia arriscada, mas que deu certo ele se perverte ao longo de seus capítulos. Nos primeiros episódios temos a impressão de estar vendo mais um anime como qualquer outro, exceção feita a alguns momentos inseridos meticulosamente (a aparição da Rei no primeiro episódio, os momentos de silêncio de Shinji), alguns episódios são aqueles genéricos mostrando a determinação e o heroísmo das personagens, comuns a todos os animes. Caímos como patinhos.
Lá pela metade do anime pequenas questões referentes a trama e principalmente a psique de suas personagens vão aflorando até se apropriarem da trama e logo o enredo passa ao segundo plano e acompanhamos o enlouquecimento de todas as personagens. É nesse clima de “o sonho acabou” que Evangelion responde às perguntas, pela linguagem da loucura.

O Nascimento de Evangelion

Para entender o final de alguma coisa obrigatoriamente temos que voltar nossos olhos para seu começo.
Estamos no começo da década de 1990, Hideaki Anno, uma cria do estúdio Ghibli, é acometido por uma depressão muito grave, enquanto tentava se recuperar Anno submete-se ao tratamento psicanalítico, é graças a teoria de Sigmund Freud que Hideaki superou sua doença e escreveu Evangelion, uma tentativa de passar a limpo suas angustias.
Por que a psicanálise? A psicanálise tem por objetivo promover o autoconhecimento em seus pacientes, não de forma leviana como pode-se imaginar, mas um conhecimento profundo: partindo-se do princípio que todas as representações possíveis e imaginadas existentes na linguagem estão presentes em nós como um Eu em potencial. Em outras palavras tudo aquilo que vemos nos outros estamos, na verdade, vendo em nós e quando não nos conhecemos pagamos a conta. No caso de Anno foi o surgimento de sua doença e poderia ter sido sua vida, se não se tratasse a tempo.
Veja “Evangelion” qual a temática do anime? Alguém mais apressado ou mais superficial diria “é um anime de robô gigante” a temática do anime é a mesma que provocou a depressão em seu criador o abandono – todas as personagens foram abandonadas por alguém, nenhuma delas conseguiu superar esse abandono e foram levando sua vida com um sorriso falso no rosto, enquanto tentavam ignorar sua dor essa os consumia até os episódios finais onde tudo desaba.
Shinji: após a morte de sua mãe foi abandonado pelo pai que gera dúvidas em quem assiste ao anime: Gendo esqueceu que amou seu filho ou nunca o amou de verdade sempre o enxergando como um rival. Shinji cresce repleto de culpa, tendo a certeza de que não merece ser amado (seus pais o abandonaram).
Misato: Seu pai vivia para o trabalho fazendo com que sua mãe e ela sofressem, estando sempre ausente o pesquisador a leva em uma missão, a mesma que presenciou o surgimento do primeiro anjo, seu pai a salva sacrificando sua vida. Desde então Misato sente-se culpada e sozinha.
Asuka: Concebida para ser a filha perfeita viu sua família se desfazer, seu pai abandona sua mãe (que enlouquece após experiências com o EVA) e troca sua filha por uma boneca de pano. Asuka cresce abandonada e frustrada, tendo a certeza de que falhou em ser a criança perfeita, caso contrario por que seria abandonada?
Rei: Foi criada artificialmente para o benefício de Gendo, apenas um receptáculo de uma alma falsa criada a imagem de seua falecida esposa, mãe de Shinji, cujo objetivo é fundir Gendo a Unidade um permitindo que esse reconfigurasse o mundo a sua vontade, voltar a viver com sua amada.
Gendo: Sempre foi um delinquente, briguento e violento era na verdade uma criança até Yui encontra-lo e se apaixonar, a garota cuida dele como uma mãe cuida de uma criança, com o nascimento de Shinji Gendo é obrigado a ceder seu lugar, com a morte de Yui ele muda.
Percebam os temas comuns em cada personagem: abandono e culpa, troque abandono por solidão, misture com uma culpa devastadora e acrescente a desesperança vista no Shinji, ele apenas vive temos o nascimento de uma depressão. Todas as personagens são representações de Hideaki Anno.
Alguns episódios fazem uma homenagem a psicanálise como a “fase oral”: o primeiro vínculo que a criança estrutura com o mundo é construído a partir de sua mãe que o ama e o autentifica como seu filho, enquanto que o “complexo de Édipo” funciona como a interdição dessa mãe por parte do pai obriga a criança a “ir para o mundo” é seu primeiro passo na direção adulta, também é a primeira perca irreparável pela qual passamos.
Ao assistir ao anime esses temas ficam presentes em toda a história: Shinji compara Rei a sua mãe; Misato escolhe homens iguais ao seu pai; Asuka odeia Shinji e Rei por serem passivos e sem personalidade (tal qual a boneca que ela repudia e tenta ser para conseguir o amor de sua mãe); Misato cria uma família artificial que só poderia dar errado.
Depois que Shinji se ve obrigado a atacar seu amigo Toji ele decide abandonar a NERV, logo outro anjo ataca e a Unidade 01 não se move, ficando claro que essa tem vontade própria, a vontade de Yui (mão de Shinji e esposa de Gendo) em desespero o comandante Ikari conversa com sua esposa, a alma dessa mostra o rosto de Shinji ao seu marido. É ai que Gendo percebe que ele não é o mais amado por sua mulher, sua indiferença pelo filho chega às raias do ódio.
 Voltando a trama e seus clichês é possível enxergar por detrás de uma história simples uma centena de analogias, assim como no método psicanalítico, onde cada palavra traz um oceano de representações. O que seriam os anjos se não nós mesmos, os filhos de Deus? Que tal nossa consciência? Avassaladora e punitiva a qual origina todas as culpas e angustias. Pensem bem porque chamar os invasores de anjos e dar a eles nomes hebraicos de anjos?
E a Nerv? Cujo simbulo é a folha de Adão e Eva; o diretor da Nerv Gendo Ikari é acusado de ter matado sua esposa em um experimento e abandonado seu filho Shinji. Quatorze anos depois Gendo chama seu filho para o mesmo experimento. Temos não só o abandono mas o conflito de toda criança ao disputar o amor de um progenitor com o outro. A esse processo natural Freud chamou de Complexo de Édipo.


Entenda o Final de Evangelion 

Pensando apenas na série clássica existem alguns desmembramentos começando pelos dois primeiros filmes “Death & Rebirth” (morte e renascimento) exibido primeiramente em 15 de Março de 1997 basicamente um resumo da série focando nos personagens principais e “The End of Evangelion” (O Fim de Evangelion) estreando em 19 de Julho de 1997 – quem assistiu ao primeiro filme e guardou a entrada pode entrar de graça no segundo.
Os dois últimos episódios – 25 e 26 – exibiram o projeto de instrumentalidade humana pelo ponto de vista de Shinji o que faz muito sentido pois a série é sobre seu crescimento pessoal – lembrem-se toda a trama está lá só para fazer pano de fundo. Porém muitos fãs não entenderam forçando a Gainax a criar “The End of Evangelion” o filme recria os dois últimos episódios em terceira pessoa, vemos o que acontece de fora para dentro.
Com o fim dos anjos a SEELE invade a NERV, despreparados são todos presas fáceis. Menos Gendo que estava esperando por isso e quer usar Rei para seus propósitos, recriar um novo mundo onde sua esposa estivesse viva.
O projeto de instrumentalidade é a recriação da espécie humana. Vamos lá a SEELE quer devolver a espécie humana a uma espécie de útero onde renasceriam como outra raça. Mais uma vez temos uma interpretação psicanalítica, dessa vez da escola inglesa de psicanálise, o útero é uma analogia (portanto não entendam de forma literal) a um local protegido, os homens da SEELE procuram estar onde nenhum mal possa lhes atingir, mais um paralelo com o abandono – eles buscam um lugar de eterno acalento, sem dor e sofrimento. Tudo que o Shinji busca no começo da Anime.
Gendo criou a Rei, com base em Lilith e em sua esposa, para que ela desse a ele a capacidade para recriar a espécie humana, o comandante Ikari não liga para ninguém, exceto a única pessoa que amou e o amou em troca Yui Ikari, sua falecida esposa, Gendo quer reencontra-la e reviver seus momentos mais prazerosos. Um tema clássico da teoria de Sigmund Freud chamado “Princípio do Prazer” basicamente o desejo de permanecer em um local simbólico de prazer perpétuo, o princípio do prazer é contrastado pelo princípio da realidade, o qual move nosso mundo, é desencadeado após o complexo de Édipo, as proibições impostas por nossa cultura diminuem a possibilidade de prazer impondo a frustração, essa acompanha a angustia e a culpa, sentimentos recorrentes e comuns a todos os seres humanos, mas que se amplificam em doenças neuróticas, como a depressão.
Rei opta por dar o poder de recriar o mundo e a espécie humana a Shinji, esse explora as duas possibilidades o útero e o princípio do prazer, optando pelo princípio da realidade e voltando ao mundo que conhece. Quem assistiu ao anime viu a cena final onde Shinji foi aplaudido. Para escolher esse mundo foi necessário muita coragem, mais do que isso Shinji escolheu pela vida. Nossa vida é permeada pela angustia e pela culpa aceitar que esses sentimentos existem e assim conseguir lidar com eles, para cada um de nós a angustia e a culpa se manifestam de forma diferente, o objetivo da psicanálise é ajudar a cada um a conhecer os gatilhos que tornam esses sentimentos insuportáveis os evitando com antecedência. Foi o que Hideaki Anno aprendeu a duras penas, após quase tentar suicídio devido a depressão e foi o que ele tentou passar aos fãs de Evangelion.  
Os dois últimos episódios são a representação de um tratamento psicanalítico, neles Shinji começa a perceber que algumas ideias tidas como verdades absolutas eram falsas, Shinji sempre teve certeza de que ele seria sozinho, por isso não se aproximava de ninguém, o levando a ficar sozinho. O rapaz não percebe essa dinâmica, ele apenas ter certeza que estará sozinho sempre.
Outra descoberta é perceber que pode ser amado,
Cena Final: os aplausos incompreendidos
a morte de sua mãe não destruiu sua capacidade de amar e ser amado de volta, tão pouco foi sua culpa, ele percebe que o passado se foi, sua influência é apenas fantasmática (tem apenas o efeito que ele acredita ter) a cada descoberta vê-se uma rachadura até a tela ficar branca, Shinji surgir no meio das personagens e ser aplaudido, segue uma dedicatória as crianças do mudo e um agradecimento aos pais.
O que foi isso? Shinji teve o direito a reestruturar o mundo a sua vontade, após visualizar um mundo “perfeito” percebeu que essa impossibilidade não é a única via de felicidade, ele aceitou crescer, o que isso significa? Varia para cada um, mas em via geral é acatar as proibições da cultura, se responsabilizar por seus atos e ir colhendo os louros da felicidade que se faz nos momentos vividos e não como uma meta, uma mentira perigosa que Evangelion desmente, enquanto todas as personagens correm atrás da felicidade essa fica cada vez mais longe, já quando apenas vive-se o momento a felicidade se faz presente.

Depois dessas considerações que tal assistir novamente o anime, dessa vez com outros olhos e ver o que você tira dele.

terça-feira, 3 de maio de 2016

Balanço Anual de “A Gata do Mês”

Mais um ano se passou, mais garotas deram o ar da graça no Blog, chegou aquela época de fazer um balanço. Alguns destaquem continuam sendo os mais visitados, outras chegaram chamando a atenção. O que você prefere loiras ou morenas? Qual idade ideal para a beleza feminina?

Idade
As mais jovens a aparecerem por aqui foram a cantora americana Demi Lovato e a modelo goiana Hélika Rios enquanto que a mais experiente segue sendo a atriz americana Glori-Anne Gilbert esbanjando beleza e sensualidade aos 45 anos fazendo muita novinha passar vergonha

Demi Lovato a mais nova
18 a 25 anos: 33
26 a 30 anos: 16
31 a 35 anos: 7
36 a 45 anos: 4






Local de Nascimento
As brasileiras são maioria, por muito tempo as paulistas foram imbativeis, o que vem mudando com gaúchas e capixabas ganhando espaço. Todos os estados possuem representantes, as nordestinas mostraram sua sensualidade, algumas mais de uma vez, como Paula Galvão que foi gata do mês duas vezes.
Dentre as estrangeiras americanas e japonesas se destacam, mostrando que a beleza não conhece barreiras.
São Paulo: 18
Rio Grande do Sul: 11
Santa Catarina: 5
Estados Unidos: 4
Japão: 4
A gaúcha Bruna Becker
Goiás: 2
Paraná: 2
Brasília: 2
Canadá: 2
Bahia: 2 
Ceará: 1
Colômbia: 1
Ucrânia: 1
Rio de Janeiro: 1
Minas Gerais: 1



Etnia e Cor dos cabelos
A beldade morena Ana Karoline

Os homens preferem as loiras ou as morenas? Alguns gritariam asiáticas ou ruivas. “Os Deuses Mortos” é democráticos abrindo espaço para todas. Pelo terceiro ano as morenas ainda são maioria, mas as loiras vem dando a volta por cima.
Morenas: 36
Loiras: 23
Asiáticas: 5
Ruivas: 1







Profissão

De modelos a cosplayers temos de tudo passando por
A modelo Rafaela Mar
cantoras, atrizes, atrizes pornô e assistente de palco, não existe preconceito e nem discriminação quando se trata da beleza feminina.
Modelos: 42
Atrizes Pornôs: 12
Atrizes: 8
Cantoras: 3

Cosplayers: 1

domingo, 1 de maio de 2016

Yasmin Assis

O Blog “Os Deuses Mortos” comemora sete anos de existência, como de costume trazemos uma gata do mês especial, a loirinha angelical Yasmin Assis direto do Rio grande do Sul ela vai te seduzir.
O rosto de anjo quase a levou aos céus, Yasmin fez curso de comissária de bordo desistindo na última hora por não ser o que queria, também foi assistente de palco em um programa regional no Rio Grande do Sul e fotografa desde os sete anos.
Ela começou cedo, aos 14 anos desfilou por sua cidade, Osório, no concurso de beleza Garota Verão onde perdeu, persistente ela tentou mais duas vezes sem sucesso (os juízes deveriam ser cegos): “Não consegui ser eleita no primeiro ano e depois participei outras vezes e também não consegui, talvez pelo fato de ser muito nova e não estar preparada. Em 2011, no entanto, participei por Itapeva (Balneário de Torres) e consegui. Em 2012 concorri por Mariápolis (Balneário de Osório) e também fui eleita! Foi uma experiência muito, mas muito bacana, e que ajudou bastante na minha desenvoltura”.
A moça sempre foi comportada e soube esperar pelo que é seu, fez apenas uma loucura na vida: “Nunca fui muito de fazer loucuras para conseguir algo, pois sempre acreditei que tudo o que é para ser realmente meu vem de uma forma natural. Mas uma coisa que marcou foi ter saído escondida de casa, bem cedinho, sozinha, para uma seleção de modelos em Porto Alegre (RS)”.

  Acrescentem humildade a lista de qualidade de Yasmin. Ao ser questionada como é ser gostosa ela responde: “Sinceramente não me acho gostosa, mas felizmente recebo muitos convites para os quais é preciso ser (ou acreditar ser) gostosa para que deem certo”.












Perfil
Idade: 23 anos
Altura: 1,60m.
Quadril: 93cm.
Cintura: 63cm.
Busto: 86cm.

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