Anos de Os Deuses Mortos

VIII Oito Anos de Os Deuses Mortos

sábado, 15 de julho de 2017

Porque a Reforma Trabalhista é boa para você ou O fim da bolsa pelego

Quando Michel Temer assumiu a presidência ele encontrou um país a beira da falência, o dólar em alta, inflação subindo e juros lá em cima. Mas no que isso interfere na sua vida? Com tudo mais caro e faturando menos empresas e indústrias começam a demitir, os desempregados cortam gastos, o que diminui o lucro e o desemprego sobe. Aos empregados resta o medo de não saber até quando pode sustentar sua família.
Sendo bombardeado por todos os lados, até por aquilo que não lhe diz respeito, sob o rancor de todo o tipo de esquerdistas e recebendo as vaias de quem resolveu odiar políticos Temer conseguiu aprovar uma reforma que moderniza o país, valoriza o emprego e apenas os encostados não gostam.
Após a reforma trabalhista o presidente ainda tem mais duas missões de suma importância: a reforma da previdência e a reforma política, só assim ele vai conseguir reverter parte do mal praticado por Lula e Dilma.
Existem três pontos na reforma que ajudam muito você que trabalha todos os dias.
Possibilidade de demissões em grande quantidade; contratação de funcionários terceirizados para cargos públicos e fim do imposto sindical obrigatório. 
Mas porque isso é bom? Quantas vezes você foi prejudicado por greves ou boicotes de funcionários públicos certos da impunidade de seus atos?
A demissão em massa é a forma mais eficaz de terminar e prevenir greves, a terceirização repõe rapidamente a mão de obra e gera empregos, isso é para quem gosta de trabalhar, e o fim do imposto sindical fragiliza os sindicatos, que sentados na impunidade usam esse dinheiro para se sustentarem. O número de sindicatos existentes no Brasil é absurdo, o que era uma organização trabalhista virou um bom negócio, Temer pode acabar com isso.
A terceirização, tão odiada por sindicalistas, repõe mão de obra, estimula a produtividade dos contratados, melhora o serviço oferecido e faz girar contratações, fazendo justiça ao desempregados e aos acomodados que batem cartão e vão passear.
Com a aprovação da reforma você não perdeu nenhum direito, ao contrário pequenos e médios empresários (aqueles que contratam) tiveram sua vida facilitada podendo contratar e gerar empregos.
Todo mundo já ouviu uma história parecida, onde alguém contrata um preguiçoso que falta ao trabalho, não faz direito e se esconde por detrás de leis antigas e desatualizadas. O gerador de empregos encontra-se em situação difícil, sendo ameaçado e não podendo se livrar do vagabundo. Isso agora mudou.
Mas você, que trabalha honestamente, acorda cedo, não perdeu nenhum direito, ganhou a possibilidade de negociar algumas coisas como férias e horas extras e não tem mais a obrigação de pagar o imposto sindical (ou bolsa pelego). Agora o Brasil é um país progressista, ele está se igualando a outras nações.

E as outras reformas?

A maior pedra no sapato de Temer é a reforma da previdência, tem muita gente dizendo que você não vai se aposentar, vai trabalhar até morrer e outras bobagens o tipo. A reforma onde homens aposentam-se com 65 anos e e mulheres 62 (aqui as feministas esqueceram de se empoderar e lutar por igualdade) coloca o Brasil na média do mundo, essa história do fim da aposentadoria é mais uma mentira contada por vagabundos.
Sua ultima reforma (e talvez a mais necessária) é a reforma política, que remete a uma promessa feita logo após assumir a cadeira da presidência. Temer pretende tornar o Brasil um país parlamentarista.
O presidencialismo é um modelo falido, dentre as nações mais ricas e desenvolvidas a única que segue com o modelo presidencialista é os EUA e todos vimos o que aconteceu nas ultimas eleições. 
O modelo Parlamentarista seria implantado para as eleições de 2022, sendo que 2018 está muito próximo. Segundo as intenções de Temer ano que vem teríamos a última eleição onde votaríamos em um presidente.
A partir de 2022 haveria o voto distrital, assim cada estado votaria em um número de parlamentares, ao final da soma dese número seria eleito um primeiro ministro já pré-escolhido por essa coligação. 
A aprovação da reforma trabalhista mostra que Temer está mais forte do que muitos imaginam e caso ele caia Rodrigo Maya, presidente da câmara e seu sucessor direto já se predispôs a seguir em frente, ao menos com a reforma da previdência. Agora é esperar, temos até 31 de Dezembro de 2018 para descobrirmos se o Brasil vai mesmo para frente.

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