IX Anos de Os Deuses Mortos

Os Deuses Mortos Nove Anos

quarta-feira, 6 de junho de 2018

Os Prazeres de Carol

Clark encontra-se em um luxuoso quarto, observando uma cama grande com lençóis de seda, próximo de um frigobar que ele não se atreve a abrir, as grandes janelas com cortinas abertas revelando uma bela visão aérea da cidade. 
Por um segundo Clark esquece que foi encontrar uma garota de programa, o quarto é digno de um diplomata ou uma estrela de Hollywood. Ele olha no relógio, faltam cinco minutos. 
Caminha até uma pequena mesa e liga seu laptop.
Um minuto para a hora marcada, a campainha toca. Clark abre a porta deixando aquela loira elegante e bela entrar. 
Ela desfila pelo Hall do quarto, sentando-se em um pequeno sofá de dois lugares à frente da mesa com o computador, ao cruzar as pernas exibe a sola vermelha de seu sapato.
- Boa noite Clark.
As palavras flutuam sensualmente de sua boca retocada com batom vermelho.
Sem palavras ele fecha a porta, faz o mesmo caminho sentando atrás de seu computador sem saber se olha para as belas pernas cruzadas de Carol ou mantém o profissionalismo.
- Então...
- Então... desculpe, muito obrigado por ter aceito essa entrevista Carol, minha revista está fazendo uma série de matérias sobre mulheres empoderadas.
- E você é adepto a essa bobagem?
- Você considera o feminismo uma bobagem?
- Algumas mulheres sentem dificuldade em serem desejadas, em serem femininas, aí se colocam no lugar que mais odeiam, a truculência masculina - Carol olha sensualmente nos olhos de seu interlocutor - Uma feminista é uma mulher que se odeia enquanto mulher.
- Não acha sua postura um tanto radical?
- É sobre isso que quer falar? Antropologia cultural?
- Não, gostaria de conhecer sua história, manterei o nome de todos envolvidos em sigilo, quero a verdade por trás das aparências.
- A verdade? Muito bem - ela respira profundamente, como se buscasse forças em algum lugar, sua face revela uma profunda tristeza - Nasci em uma família muito pobre, minha mãe trabalhava em dois empregos: costureira e empregada doméstica, tudo para tentar sustentar nós três e meu pai bêbado.
Clark começa a digitar anotações.
- Não demorou para meu pai perceber que eu era a filha mais bonita, ou simplesmente chegou minha vez por ser a filha mais nova. Minha primeira experiência foi na cama da minha mãe, banhado a cheiro de cerveja.
- Sinto muito.
O silêncio impera, Clark levanta os olhos encontrando uma sorridente e debochada Carol.
- Você está acreditando nisso?
- O que?
- Você realmente acredita que uma pessoa se prostituir por dinheiro ou por algum trauma do passado, que somos todas coitadas? Me responda uma coisa, qual a diferença entre uma prostituta e um repórter?
- Nós não transamos por dinheiro?
- Você nunca escreveu alguma matéria que fosse contra? Nunca teve seu texto revisado por alguém mais incompetente? Nunca fez algo contra sua vontade?
- Lógico que sim.
- Parabéns! Você se prostituiu. Agora deixe-me fazer outra pergunta: você já se encontrou sem saber o que quer da vida até relembrar uma experiência, ter um insight e descobrir o que gosta de fazer? Você se sente realizado após um dia de trabalho, sente prazer no que faz?
- São duas perguntas, para ambas a resposta é sim.
- Muito bem, somos iguais, temos a mesma realização em nosso trabalho e as mesmas frustrações, você pediu a verdade, eu vou contar minha história.
Quatro anos atrás.
Todos os dias são iguais, Carol acorda cedo para ir a faculdade, estuda em pé dentro do trem lotado, chega as aulas atrasada, ao término sai correndo para seu trabalho. Todos os dias são iguais. Até aquele sábado.
Robert veste seu melhor terno, ele circula a universidade local observando cuidadosamente as garotas, até avistar Carol, uma loirinha linda, escondida em uma blusa e calça jeans.
- Bom dia – Robert se aproxima – está com pressa?
- Um pouco, preciso ir para o trabalho.
- Trabalho de sábado? Depois da aula?
- Sim, algumas pessoas não têm a sorte de nascer com dinheiro.
- Outras não tem a sorte de nascerem lindas.
Carol sorri encabulada, Robert aproveita a situação para se aproximar “posso caminhar com você? ”.
Carol concorda e os dois mantém uma conversa divertida até aproximarem-se do trabalho dela, eles se olham.
- Quanto você ganha por hora?
- Que tipo de pergunta é essa? – ela sorri embaraçada.
- Sou corretor da bolsa de valores e trabalho com dinheiro. Me parece uma pergunta lógica.
- Bom, $ 20.00 por hora.
- Você vai trabalhar quatro horas hoje?
- Seis.
- Você vai ganhar $ 120 hoje, se trabalhar todos os sábados irá ganhar $ 480. Mais os dias da semana, 20 vezes oito horas $ 160. Multiplique por quatro semanas $ 640 somados aos finais de semana você ganha a bagatela de $ 1.120 por mês.
- Parabéns, você sabe matemática.
- Como eu disse sou corretor.
- É um emprego temporário.
- Para o seu em espero que sim.
- Bom, se já terminou preciso ir.
- Espere um pouco, tenho uma oferta. Que tal ganhar $ 2.240 hoje?
- Por que?
- Porque eu posso pagar, ou melhor por que eu quero pagar.
- O que eu tenho que fazer?
Robert lhe entrega seu celular.
 - Primeiro você vai ligar para seu trabalho e dizer que está doente, em seguida vamos entrar naquele motel e você vai me chupar.
- Quem você pensa que eu sou?
- Uma mulher que precisa de dinheiro.
- Eu não preciso de dinheiro, eu trabalho para pagar minha faculdade, poder me divertir e comprar coisas... porque estou me justificando para um porco como você?
- Três mil, por quinze minutos. Depois você terá o dia inteiro de folga.
Pouco depois eles entram no Motel, Carol senta-se na cama, Robert empilha as notas de cem na frente dela, em seguida olha para a garota.
- Levante a blusa.
Ela o faz, primeiro retira o casaco, ergue sua blusa de lã e o sutiã exibindo os grandes seios, ri quando Robert os segura, lambe e chupa as aureolas. 
Carol reclina o corpo sentindo prazer. 
Ele para.
Robert fica em pé, abre o zíper de calça a abaixando, Carol fica de joelhos, afasta os cabelos do rosto envolvendo o pênis dele com sua boca, chupando o empresário.
Os quinze minutos combinados terminam. Carol senta-se de novo na cama e conta o dinheiro, enquanto Robert veste as calças.
- Quer mais três mil?
- O que tenho que fazer?
- Quero te comer.
- Quatro mil.
Robert sorri, ele retira mais um maço de dinheiro da carteira – “Está aprendendo, nunca aceite a primeira oferta” e paga para Carol que se deixa empurrar sobre a cama, Robert ajoelha-se abaixando a calça jeans dela até os joelhos. Lambe sua calcinha.
- Não precisa.
- Não ficaria feliz se você não gozasse. Não sou o tipo egoísta.
E de fato Robert é muito bom com a língua e com os dedos, ele a acaricia por cima da calcinha, desce lentamente a peça íntima enquanto introduz seu dedão na vagina. Carol geme, mordendo os lábios grossos. Robert introduz dois dedos em sua vagina a masturbando.
subitamente seu parceiro para, ele a puxa para si, levanta a blusa dela por trás de sua cabeça, a deita na cama com o torso nu, Robert engatinha por cima dela, introduzindo seu pênis.
Acariciando os fartos seios ele dá fortes estocadas no loira, que segura com força as barras da cama com suas mãos limitadas pela blusa.

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